SSP e Prefeitura realizam blitze em postos de combustíveis

17/07/2007
Para coibir o consumo de bebidas alcoólicas em postos de combustíveis e pontos clandestinos de venda, próximos a boates e casas noturnas de Salvador, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) vem realizando operações policiais, em parceria com os órgãos municipais responsáveis pela fiscalização do comércio ambulante (Sesp), controle do trânsito (SET) e combate à poluição sonora (Sucom).

As estatísticas apontam que o consumo de bebida em postos e vias públicas cria um clima propício à prática de delitos e outras infrações penais, administrativas e de trânsito, como maior incidência nos fins de semana e no período da noite. Os resultados das três primeiras operações, realizadas nos dias 2 e 8 de junho e no sábado passado (14), com o apoio da Superintendência de Inteligência (SI) da SSP, foram avaliados hoje (17), durante reunião na sede da SSP, no Centro Administrativo.

Deflagrada no Jardim dos Namorados, entre as 22h e 4h do dia 2 de junho, a primeira operação conjunta resultou na expedição de 16 autos de apreensão de mercadorias ilegais, comercializadas sem o alvará da Sesp, na remoção de nove veículos por estacionamento irregular e ausência de habilitação do condutor, além de 49 autos de infração expedidos pela SET, por diversas irregularidades. Policiais civis envolvidos na operação conduziram três pessoas à 16ª Delegacia (Pituba), por desacato à autoridade. Já a PM apoiou a operação, fazendo uma série de abordagens a transeuntes e veículos.

Três postos de combustíveis localizados na Av. Magalhães Neto, na Pituba, e no trecho entre a Paralela e o Imbuí, além do Jardim dos Namorados, foram alvos da segunda blitz realizada em 8 de junho. A terceira operação conjunta foi realizada, mais uma vez, na região do Jardim dos Namorados, na madrugada do dia 14 de julho, entre 1h e 5h da manhã. A SSP e a Prefeitura de Salvador planejam estender essas blitze a outras regiões da capital, onde haja necessidade da intervenção do poder público para assegurar a tranqüilidade do cidadão.

Fonte: Agecom 17/07/07