14/11/2007
O processo licitatório para as primeiras obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na Bahia teve mais um passo ontem, com a entrega da documentação e das propostas das empresas concorrentes.
A licitação envolve valores da ordem de R$ 97,9 milhões, dos quais R$ R$ 87,5 milhões são oriundos do PAC, via Ministério das Cidades e Caixa Econômica Federal, e os outros R$ 10,4 milhões do Banco Mundial (Bird).
As primeiras ações são nas áreas de infra-estrutura - implantação de equipamentos comunitários - e habitação nas localidades de Águas Claras, Jardim das Mangabeiras, Comunidade Nova Esperança/Reserva Ipitanga 3 e Via de Borda/Alagados.
`Estamos dando hoje mais um passo concreto para que os benefícios do PAC cheguem à população carente`, disse a presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Maria Del Carmen.
A licitação envolve mais de 17 empresas das 31 que adquiriram os editais divulgados pela Conder.
O próximo passo é a análise da documentação e a convocação de nova reunião com todos os participantes para a abertura do processo
Em Águas Claras, as obras têm prazo de execução previsto para 12 meses, a partir da expedição da ordem de serviço, com um preço estipulado pela Conder em R$ 12 milhões.
No Jardim das Mangabeiras, para obras de infra-estrutura, equipamentos comunitários e habitação, com prazo de 18 meses, o preço é de pouco mais de R$ 38 milhões.
Na Comunidade Nova Esperança/Reserva Ipitanga 3, para obras de infra-estrutura, equipamentos comunitários e habitação, o prazo de execução é de 18 meses e o preço estipulado na licitação é de R$ 37.361 milhões.
Nas intervenções que beneficiarão essas três comunidades, os recursos são do PAC, via Ministério das Cidades e Caixa Econômica Federal. Apenas na área Via de Borda/Alagados, que ganhará obras de infra-estrutura, os recursos são do Banco Mundial (Bird).
Localidades beneficiadas
Águas Claras
Jardim das Mangabeiras
Comunidade Nova Esperança/Reserva Ipitanga 3
Via de Borda/Alagados
Governo prioriza construção de habitações de interesse social
Para a presidente da Conder, em todas as intervenções confirma-se a decisão do governo baiano em priorizar a habitação de interesse social, garantindo, paralelamente, obras de infra-estrutura e implantação de equipamentos comunitários que ofereçam melhores condições de vida aos mais carentes.
Exemplificando o significado dessas obras, Maria Del Carmen citou o leque de benefícios que elas vão assegurar.
Em Águas Claras, além dos serviços de infra-estrutura, dos equipamentos comunitários e de moradias, milhares de pessoas que ali moram e nas suas imediações também passarão a ter um melhor sistema viário com a ligação Águas Claras/Pirajá.
Na Comunidade Nova Esperança/Reserva Ipitanga 3, onde vivem há 30 anos 2.190 famílias que registram o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Salvador, as melhorias não se limitam apenas à comunidade local.
Preservação de manancial - Com a relocação das pessoas - que passarão a ocupar novas moradias recuadas do Rio Ipitanga -, a preservação do manancial representará mais qualidade de vida para a Região Metropolitana de Salvador (RMS), afastando o risco de contaminação da água consumida pela população.
No Jardim das Mangabeiras, os benefícios diretos serão sentidos por 2.252 famílias. No local, serão implantadas redes de água e de esgoto, drenagem e pavimentação.
Além da construção de quadras poliesportivas, centro comunitário, módulo policial, módulo pré-escolar, posto de saúde e viveiro de plantas.
Fonte: Diário Oficial
13/11/07
A licitação envolve valores da ordem de R$ 97,9 milhões, dos quais R$ R$ 87,5 milhões são oriundos do PAC, via Ministério das Cidades e Caixa Econômica Federal, e os outros R$ 10,4 milhões do Banco Mundial (Bird).
As primeiras ações são nas áreas de infra-estrutura - implantação de equipamentos comunitários - e habitação nas localidades de Águas Claras, Jardim das Mangabeiras, Comunidade Nova Esperança/Reserva Ipitanga 3 e Via de Borda/Alagados.
`Estamos dando hoje mais um passo concreto para que os benefícios do PAC cheguem à população carente`, disse a presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Maria Del Carmen.
A licitação envolve mais de 17 empresas das 31 que adquiriram os editais divulgados pela Conder.
O próximo passo é a análise da documentação e a convocação de nova reunião com todos os participantes para a abertura do processo
Em Águas Claras, as obras têm prazo de execução previsto para 12 meses, a partir da expedição da ordem de serviço, com um preço estipulado pela Conder em R$ 12 milhões.
No Jardim das Mangabeiras, para obras de infra-estrutura, equipamentos comunitários e habitação, com prazo de 18 meses, o preço é de pouco mais de R$ 38 milhões.
Na Comunidade Nova Esperança/Reserva Ipitanga 3, para obras de infra-estrutura, equipamentos comunitários e habitação, o prazo de execução é de 18 meses e o preço estipulado na licitação é de R$ 37.361 milhões.
Nas intervenções que beneficiarão essas três comunidades, os recursos são do PAC, via Ministério das Cidades e Caixa Econômica Federal. Apenas na área Via de Borda/Alagados, que ganhará obras de infra-estrutura, os recursos são do Banco Mundial (Bird).
Localidades beneficiadas
Águas Claras
Jardim das Mangabeiras
Comunidade Nova Esperança/Reserva Ipitanga 3
Via de Borda/Alagados
Governo prioriza construção de habitações de interesse social
Para a presidente da Conder, em todas as intervenções confirma-se a decisão do governo baiano em priorizar a habitação de interesse social, garantindo, paralelamente, obras de infra-estrutura e implantação de equipamentos comunitários que ofereçam melhores condições de vida aos mais carentes.
Exemplificando o significado dessas obras, Maria Del Carmen citou o leque de benefícios que elas vão assegurar.
Em Águas Claras, além dos serviços de infra-estrutura, dos equipamentos comunitários e de moradias, milhares de pessoas que ali moram e nas suas imediações também passarão a ter um melhor sistema viário com a ligação Águas Claras/Pirajá.
Na Comunidade Nova Esperança/Reserva Ipitanga 3, onde vivem há 30 anos 2.190 famílias que registram o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Salvador, as melhorias não se limitam apenas à comunidade local.
Preservação de manancial - Com a relocação das pessoas - que passarão a ocupar novas moradias recuadas do Rio Ipitanga -, a preservação do manancial representará mais qualidade de vida para a Região Metropolitana de Salvador (RMS), afastando o risco de contaminação da água consumida pela população.
No Jardim das Mangabeiras, os benefícios diretos serão sentidos por 2.252 famílias. No local, serão implantadas redes de água e de esgoto, drenagem e pavimentação.
Além da construção de quadras poliesportivas, centro comunitário, módulo policial, módulo pré-escolar, posto de saúde e viveiro de plantas.
Fonte: Diário Oficial
13/11/07