14/03/2007
Depois de percorrer três estados brasileiros colhendo subsídios para a construção do Programa Nacional de Educação Ambiental de Angola (Pronea), uma missão daquele país retornou esta semana à sua pátria. A visita fez parte do plano de cooperação técnica, econômica e científica firmado com o Brasil, em maio de 2006, via ministérios do Meio Ambiente do Brasil (MMA) e de Urbanismo e Ambiente de Angola (Minua).
A angolana Joaquina Caetano, representante do Minua, fez um balanço positivo da visita, dizendo que `a gestão em educação ambiental brasileira está em um nível de organização proveitoso, apesar das dificuldades expostas`. Para ela, o próximo passo é `adaptar o que já foi visto à realidade de Angola`.
Na Bahia, onde esteve para ver de perto experiências com educação ambiental, a missão angolana conheceu um novo conceito de gestão pública no setor, ao participar da palestra Formação em Educação - Coletivos Educadores e Construção do Estado em Rede, na última sexta-feira, no CAB.
A palestra, proferida pelo professor da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uesf), Luiz Ferraro Júnior, provocou a platéia, estimulando-a a refletir sobre o papel do Estado. Segundo Ferraro, o modelo dos coletivos educadores é organizado em rede, a partir da articulação entre Estado, entidades e sociedade, e coordena ações descentralizadas para promover a educação ambiental em nível local.
A proposta dos coletivos educadores reafirma uma lógica descentralizadora e participativa de organização, já defendida pelo Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama). Na Bahia, além da capital, outras localidades já recebem a experiência, como os municípios de Camaçari, Monte Santo e Amargosa, além de áreas do Lago de Pedra do Cavalo. A iniciativa é apoiada pela Semarh e pelo MMA.
Diário Oficial
A angolana Joaquina Caetano, representante do Minua, fez um balanço positivo da visita, dizendo que `a gestão em educação ambiental brasileira está em um nível de organização proveitoso, apesar das dificuldades expostas`. Para ela, o próximo passo é `adaptar o que já foi visto à realidade de Angola`.
Na Bahia, onde esteve para ver de perto experiências com educação ambiental, a missão angolana conheceu um novo conceito de gestão pública no setor, ao participar da palestra Formação em Educação - Coletivos Educadores e Construção do Estado em Rede, na última sexta-feira, no CAB.
A palestra, proferida pelo professor da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uesf), Luiz Ferraro Júnior, provocou a platéia, estimulando-a a refletir sobre o papel do Estado. Segundo Ferraro, o modelo dos coletivos educadores é organizado em rede, a partir da articulação entre Estado, entidades e sociedade, e coordena ações descentralizadas para promover a educação ambiental em nível local.
A proposta dos coletivos educadores reafirma uma lógica descentralizadora e participativa de organização, já defendida pelo Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama). Na Bahia, além da capital, outras localidades já recebem a experiência, como os municípios de Camaçari, Monte Santo e Amargosa, além de áreas do Lago de Pedra do Cavalo. A iniciativa é apoiada pela Semarh e pelo MMA.
Diário Oficial