23/07/2007
Garantir a permanência das cerca de 50 famílias que vivem na Vila Esperança (antiga Rocinha), no Centro Histórico de Salvador, respeitando sua cultura e costumes, além de proporcionar melhores condições de moradia à comunidade. Para isso, representantes de órgãos estaduais, federais e municipais, juntamente com pessoas da própria comunidade da Vila Esperança, vêm mantendo reuniões nas quais são discutidas formas de ação que assegurem esse objetivo.
Integram o grupo representantes da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) e Secretaria Municipal de Habitação, que, lado a lado com os moradores da Vila Esperança, trocam subsídios que vão servir de base para a elaboração das diretrizes de um amplo projeto de recuperação da localidade.
Uma nova reunião, marcada para 2 de agosto, vai definir as intervenções a serem feitas na Vila Esperança, partindo-se, então, para sua viabilização com recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), que serão aplicados em melhorias físicas de todo o conjunto e em equipamentos comunitários, sempre com ênfase na observância às normas de preservação ambiental e respeito à cultura local.
Cadastramento das famílias
Segundo a urbanista Laila Nazem Mourad, da Conder, já foi concluído o cadastramento das famílias que vivem na Vila Esperança, a cargo da empresa, enquanto o Ipac faz o levantamento fundiário da área, num trabalho realizado em 1930, enriquecido, inclusive, com fotografias do período.
Para ela, o esforço conjunto dos órgãos públicos e a participação efetiva da comunidade garantem o alcance do principal objetivo do projeto, `que é promover um rearranjo urbanístico que não fira a preservação ambiental e, paralelamente, assegure melhores condições de moradia às famílias da Vila Esperança`.
Fonte: Agecom
Integram o grupo representantes da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) e Secretaria Municipal de Habitação, que, lado a lado com os moradores da Vila Esperança, trocam subsídios que vão servir de base para a elaboração das diretrizes de um amplo projeto de recuperação da localidade.
Uma nova reunião, marcada para 2 de agosto, vai definir as intervenções a serem feitas na Vila Esperança, partindo-se, então, para sua viabilização com recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), que serão aplicados em melhorias físicas de todo o conjunto e em equipamentos comunitários, sempre com ênfase na observância às normas de preservação ambiental e respeito à cultura local.
Cadastramento das famílias
Segundo a urbanista Laila Nazem Mourad, da Conder, já foi concluído o cadastramento das famílias que vivem na Vila Esperança, a cargo da empresa, enquanto o Ipac faz o levantamento fundiário da área, num trabalho realizado em 1930, enriquecido, inclusive, com fotografias do período.
Para ela, o esforço conjunto dos órgãos públicos e a participação efetiva da comunidade garantem o alcance do principal objetivo do projeto, `que é promover um rearranjo urbanístico que não fira a preservação ambiental e, paralelamente, assegure melhores condições de moradia às famílias da Vila Esperança`.
Fonte: Agecom