17/03/2008
Apesar dos avanços nos preços internacionais do petróleo, a Petrobras reafirmou na última sexta-feira que sua política de reajuste para a gasolina e o óleo diesel vendidos no Brasil não deverá ser alterada no curto prazo. Segundo Paulo Roberto Costa, diretor de abastecimento da estatal, `o preço do barril do petróleo no mercado externo não reflete a capacidade de oferta e demanda do produto, e a Petrobras não tomará qualquer atitude, no momento, em relação a mudança de preço`.
Costa destacou a maior demanda interna por etanol, devido ao aumento nas vendas de carros bicombustíveis, o que leva a empresa a ter ainda mais prudência em relação a aumento da gasolina, sob o risco de perder mercado. `No caso especifico da gasolina é preciso fazer uma avaliação não só de ponto de vista do preço pontual do barril do petróleo, mas também sobre o comportamento dos preços do concorrente direto, que hoje é o álcool. Não faz sentido nós aumentarmos o preço da gasolina de forma abrupta se com isto perdemos ainda mais mercado para o álcool combustível`, afirmou.
Álcool x Gasolina
Durante a solenidade de assinatura de convênio com o governo estadual para garantia do fornecimento de água para as obras de implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), o executivo da Petrobras não descartou a possibilidade de ocorrer neste ano `um volume de venda de álcool superior ao da gasolina`. E explicou: `Temos uma frota crescente de carros flex, que hoje atinge 20% a 22% do mercado, além do percentual de adição de 25% do álcool à gasolina. Então há uma tendência real de um aumento da demanda por etanol`.
Fonte: Gazeta Mercantil
Em 17/3/2008.
Costa destacou a maior demanda interna por etanol, devido ao aumento nas vendas de carros bicombustíveis, o que leva a empresa a ter ainda mais prudência em relação a aumento da gasolina, sob o risco de perder mercado. `No caso especifico da gasolina é preciso fazer uma avaliação não só de ponto de vista do preço pontual do barril do petróleo, mas também sobre o comportamento dos preços do concorrente direto, que hoje é o álcool. Não faz sentido nós aumentarmos o preço da gasolina de forma abrupta se com isto perdemos ainda mais mercado para o álcool combustível`, afirmou.
Álcool x Gasolina
Durante a solenidade de assinatura de convênio com o governo estadual para garantia do fornecimento de água para as obras de implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), o executivo da Petrobras não descartou a possibilidade de ocorrer neste ano `um volume de venda de álcool superior ao da gasolina`. E explicou: `Temos uma frota crescente de carros flex, que hoje atinge 20% a 22% do mercado, além do percentual de adição de 25% do álcool à gasolina. Então há uma tendência real de um aumento da demanda por etanol`.
Fonte: Gazeta Mercantil
Em 17/3/2008.