23/04/2008
A forte concorrência dos chineses deve levar os maiores fabricantes nacionais de brinquedos a criar um pólo de produção no Nordeste, região que ainda distribui incentivos fiscais. Bahia, Ceará e Pernambuco, de acordo com estudo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), são fortes candidatos a sediar as fábricas de brinquedos nos próximos três anos, período estimado para o amadurecimento do projeto.
Segundo o presidente da Abrinq, Synesio Batista da Costa, o que a indústria nacional está buscando é vantagem competitiva para disputar com os brinquedos importados da China. O país asiático já responde por 70% dos brinquedos vendidos em todo o mundo _ um mercado de US$68,3 bilhões. De acordo com a Abrinq, os brinquedos chineses importados legalmente já detêm fatia superior a 50% do mercado nacional.
Atualmente, 80% das empresas do setor estão concentradas no estado de São Paulo (280, das 318 firmas existentes). A criação do pólo no Nordeste, estima a Abrinq, poderá significar a extinção de 18 mil postos de trabalho, dos 23 mil existentes hoje no estado. `Como está não dá mais, a decisão (de mudar para o Nordeste) é técnica`, afirmou Costa. Em 2007, a indústria mundial de brinquedos apresentou queda de 5% no faturamento, ou cerca de US$4 bilhões, por causa dos problemas ocorridos com produtos que deram origem a recalls em vários países. Por aqui, segundo Costa, os três recalls feitos pela Mattel e os dois da Gulliver assustaram os consumidores, causando um prejuízo estimado em cerca de R$300 milhões. Para 2008, a Abrinq estima que o faturamento do setor deva ficar em torno de R$2,5 bilhões, uma alta de 8% em relação ao ano passado. Desse total, R$ 940 milhões virão de produção nacional, e R$1, 572 de importações.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
Em 23/04/2008.
Segundo o presidente da Abrinq, Synesio Batista da Costa, o que a indústria nacional está buscando é vantagem competitiva para disputar com os brinquedos importados da China. O país asiático já responde por 70% dos brinquedos vendidos em todo o mundo _ um mercado de US$68,3 bilhões. De acordo com a Abrinq, os brinquedos chineses importados legalmente já detêm fatia superior a 50% do mercado nacional.
Atualmente, 80% das empresas do setor estão concentradas no estado de São Paulo (280, das 318 firmas existentes). A criação do pólo no Nordeste, estima a Abrinq, poderá significar a extinção de 18 mil postos de trabalho, dos 23 mil existentes hoje no estado. `Como está não dá mais, a decisão (de mudar para o Nordeste) é técnica`, afirmou Costa. Em 2007, a indústria mundial de brinquedos apresentou queda de 5% no faturamento, ou cerca de US$4 bilhões, por causa dos problemas ocorridos com produtos que deram origem a recalls em vários países. Por aqui, segundo Costa, os três recalls feitos pela Mattel e os dois da Gulliver assustaram os consumidores, causando um prejuízo estimado em cerca de R$300 milhões. Para 2008, a Abrinq estima que o faturamento do setor deva ficar em torno de R$2,5 bilhões, uma alta de 8% em relação ao ano passado. Desse total, R$ 940 milhões virão de produção nacional, e R$1, 572 de importações.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
Em 23/04/2008.