18/02/2011
O Ministério das Comunicações já admite negociar com as empresas de telefonia as metas de expansão do backhaul (estrutura de rede) para evitar um novo atraso no Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU), que deveria entrar em vigor em 1.º de janeiro e foi postergado para 2 de maio, por causa de divergências com as concessionárias de telefonia fixa.
`Nós estamos negociando e aceitando, ainda que de forma preliminar e não definitiva, que não judicializar o PGMU é importante para os brasileiros. Logo, estamos aceitando a hipótese de não termos metas de backhaul (no PGMU III)`, afirmou Cezar Alvarez, secretário executivo do ministério. Ele sustentou que foi tendo essa premissa como tese que o governo reabriu as negociações para `congelar momentaneamente` essa discussão.
Alvarez observou, no entanto, que isso não significa que as concessionárias ficarão impunes a essas metas de expansão. `Estamos avançando nas discussões de qual proposta nós faríamos para a oferta de banda larga, tanto no atacado quanto no varejo, e depois discutiríamos os instrumentos`, disse. `Nós queremos que as operadoras que têm concessão também tenham uma boa política de venda no atacado`, destacou.
O Estado de S. Paulo - 18/02/2011.
`Nós estamos negociando e aceitando, ainda que de forma preliminar e não definitiva, que não judicializar o PGMU é importante para os brasileiros. Logo, estamos aceitando a hipótese de não termos metas de backhaul (no PGMU III)`, afirmou Cezar Alvarez, secretário executivo do ministério. Ele sustentou que foi tendo essa premissa como tese que o governo reabriu as negociações para `congelar momentaneamente` essa discussão.
Alvarez observou, no entanto, que isso não significa que as concessionárias ficarão impunes a essas metas de expansão. `Estamos avançando nas discussões de qual proposta nós faríamos para a oferta de banda larga, tanto no atacado quanto no varejo, e depois discutiríamos os instrumentos`, disse. `Nós queremos que as operadoras que têm concessão também tenham uma boa política de venda no atacado`, destacou.
O Estado de S. Paulo - 18/02/2011.