28/03/2007
A Bahia fechou os dois primeiros meses do ano com a geração de 5.079 novos empregos com carteira assinada, o correspondente a um incremento de 0,44%. Apenas em fevereiro, a expansão foi de 0,14%, o que representa um saldo positivo de 1.606 novos postos no mercado de trabalho formal.
As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), da Secretaria do Planejamento.
No acumulado dos meses de janeiro e fevereiro, apesar de abaixo da média nacional (0,92%), a expansão é bastante favorável no âmbito regional. No conjunto da região Nordeste ocorreu a contração do nível de emprego (-1,18%), mediante a eliminação de 49.071 empregos no período.
O desempenho negativo do Nordeste está associado aos efeitos sazonais, especialmente atrelados ao fim da safra da cana-de-açúcar.
Em fevereiro, a performance de crescimento do emprego na Bahia continua sendo expressiva no contexto regional, porque para o conjunto dos estados do Nordeste o resultado foi em sentido contrário, com a eliminação de 26.806 postos de trabalho, como avaliou o diretor de Pesquisas da SEI, José Ribeiro Soares Guimarães.
A contração do nível de emprego formal no Nordeste foi de 0,65%. Dentre os nove estados nordestinos, apenas Maranhão, Sergipe e Bahia não apresentaram eliminação de empregos no mês.
Em termos espaciais, a criação do emprego formal no segundo mês do ano foi muito balanceada. O interior foi responsável pela geração de 781 postos (48,6% do total), enquanto a Região Metropolitana de Salvador (RMS) respondeu pela criação de 825 vagas (51,4% do total).
Destaques. Entre os setores de atividade econômica, os serviços responderam pela criação de 1.290 novos empregos, em uma expansão de 0,26%. O comércio foi responsável pelo surgimento de 764 postos e a indústria de transformação gerou 587 vagas. Na construção civil foram criados 378 postos. O desempenho negativo ficou por conta do setor agropecuário, que eliminou 1.197 empregos.
O setor terciário baiano é o grande responsável pela geração de empregos nos dois primeiros meses deste ano. O setor de serviços respondeu pela criação de 1.992 empregos (39,2% do total), com destaque para os subsetores de alojamento, alimentação, reparação e manutenção (546 postos), por conta, sobretudo, do aquecimento do turismo e do Carnaval, e de serviços médicos e odontológicos (648 novas vagas). Já o comércio abriu 1.272 novas vagas (25% do total), sendo 842 vagas no comércio atacadista e 430 no varejista.
A indústria de transformação acumula 1.078 empregos, com destaque para o setor calçadista, que foi responsável pelo surgimento de 1.004 novas oportunidades de trabalho. O setor da construção civil também vem apresentando resultados positivos ao gerar 942 empregos.
Diário Oficial
28/03/2007
As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), da Secretaria do Planejamento.
No acumulado dos meses de janeiro e fevereiro, apesar de abaixo da média nacional (0,92%), a expansão é bastante favorável no âmbito regional. No conjunto da região Nordeste ocorreu a contração do nível de emprego (-1,18%), mediante a eliminação de 49.071 empregos no período.
O desempenho negativo do Nordeste está associado aos efeitos sazonais, especialmente atrelados ao fim da safra da cana-de-açúcar.
Em fevereiro, a performance de crescimento do emprego na Bahia continua sendo expressiva no contexto regional, porque para o conjunto dos estados do Nordeste o resultado foi em sentido contrário, com a eliminação de 26.806 postos de trabalho, como avaliou o diretor de Pesquisas da SEI, José Ribeiro Soares Guimarães.
A contração do nível de emprego formal no Nordeste foi de 0,65%. Dentre os nove estados nordestinos, apenas Maranhão, Sergipe e Bahia não apresentaram eliminação de empregos no mês.
Em termos espaciais, a criação do emprego formal no segundo mês do ano foi muito balanceada. O interior foi responsável pela geração de 781 postos (48,6% do total), enquanto a Região Metropolitana de Salvador (RMS) respondeu pela criação de 825 vagas (51,4% do total).
Destaques. Entre os setores de atividade econômica, os serviços responderam pela criação de 1.290 novos empregos, em uma expansão de 0,26%. O comércio foi responsável pelo surgimento de 764 postos e a indústria de transformação gerou 587 vagas. Na construção civil foram criados 378 postos. O desempenho negativo ficou por conta do setor agropecuário, que eliminou 1.197 empregos.
O setor terciário baiano é o grande responsável pela geração de empregos nos dois primeiros meses deste ano. O setor de serviços respondeu pela criação de 1.992 empregos (39,2% do total), com destaque para os subsetores de alojamento, alimentação, reparação e manutenção (546 postos), por conta, sobretudo, do aquecimento do turismo e do Carnaval, e de serviços médicos e odontológicos (648 novas vagas). Já o comércio abriu 1.272 novas vagas (25% do total), sendo 842 vagas no comércio atacadista e 430 no varejista.
A indústria de transformação acumula 1.078 empregos, com destaque para o setor calçadista, que foi responsável pelo surgimento de 1.004 novas oportunidades de trabalho. O setor da construção civil também vem apresentando resultados positivos ao gerar 942 empregos.
Diário Oficial
28/03/2007