Comunidades tradicionais terão vaga no Fórum Baiano de Mudanças Climáticas

21/06/2007
Comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas, ONGs ambientais e universidades públicas estaduais passarão a ter representatividade no Fórum Baiano de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade. A idéia foi sugerida e acatada durante a terceira reunião plenária do fórum, realizada no auditório da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), ontem (20).

O escritório regional do Ibama-Ba enviou solicitação formal à secretaria executiva do fórum, sob coordenação da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), a fim de obter uma vaga. Júlio Rocha, superintendente de Recursos Hídricos da Semarh e membro do colegiado, lembrou que, a exemplo do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Cepram), o Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Conerh), também deveria ter sua representatividade assegurada. Ambas as propostas foram aceitas.

O Fórum Baiano de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade é formado hoje por 15 representantes do poder público estadual, três do municipal, três de federações e dois membros de universidades.

`Quando pensamos em inclusão, pensamos em agregar os saberes ambientais populares, dos quais não podemos prescindir`, explicou Eduardo Mattedi, superintendente de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável (SDS) da Semarh. Segundo ele, incluir estes segmentos é importante para que o colegiado atinja os objetivos de auxiliar nas políticas públicas e decisões governamentais referentes a mudanças no clima e seus impactos na biodiversidade.

Fonte: Agecom

Em 21/06/2007.