17/07/2007
A implantação de casas de farinha vai beneficiar mais de 100 famílias dos assentamentos de reforma agrária Santa Irene, no município de Gongogi, e Nova Vitória, em Ilhéus. `Estamos atendendo aos pedidos dos assentados e, até o final de julho, as construções já deverão estar prontas. Também, estão sendo tomadas medidas para desenvolvimento das casas de farinha com menor impacto ambiental possível`, salienta o coordenador do projeto Agroecologia e Sustentabilidade dos Assentamentos da Mata Atlântica (Fasama), da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Eduardo Alfredo Guimarães.
O projeto é desenvolvido pelo Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT), do Campus XXI da Uneb, em Ipiaú. O objetivo é estimular o plantio da mandioca a partir de práticas agroecológicas com produção de farinha e dos diversos subprodutos.
Além de incentivar os moradores a tratar adequadamente os resíduos como folha, casca, farelo e manipueira, gerados da produção da fécula ou farinha, a equipe do Fasama também orienta os assentados sobre o melhor aproveitamento dessas sobras, que eram descartadas e, agora, são valorizadas economicamente.
Um dos exemplos da importância dessa conscientização está na utilização da manipueira, resíduo poluente oriundo do processamento de mandioca que, após tratamento, dá origem ao tucupi, que pode ser utilizado na alimentação humana.
Para desenvolvimento dessas ações, o Fasama firmou convênio com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), através do projeto Terra Sol e conta com o apoio da Fundação Juazeirense para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico do São Francisco (Fundesf), com financiamento do Ministério do Desenvolvimento Agrícola (MDA).
Fonte: Agecom
O projeto é desenvolvido pelo Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT), do Campus XXI da Uneb, em Ipiaú. O objetivo é estimular o plantio da mandioca a partir de práticas agroecológicas com produção de farinha e dos diversos subprodutos.
Além de incentivar os moradores a tratar adequadamente os resíduos como folha, casca, farelo e manipueira, gerados da produção da fécula ou farinha, a equipe do Fasama também orienta os assentados sobre o melhor aproveitamento dessas sobras, que eram descartadas e, agora, são valorizadas economicamente.
Um dos exemplos da importância dessa conscientização está na utilização da manipueira, resíduo poluente oriundo do processamento de mandioca que, após tratamento, dá origem ao tucupi, que pode ser utilizado na alimentação humana.
Para desenvolvimento dessas ações, o Fasama firmou convênio com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), através do projeto Terra Sol e conta com o apoio da Fundação Juazeirense para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico do São Francisco (Fundesf), com financiamento do Ministério do Desenvolvimento Agrícola (MDA).
Fonte: Agecom