28/09/2007
A condução de um sistema prisional que preserve a identidade dos detentos e respeite suas individualidades marcou o direcionamento do seminário que discutiu, hoje (28) pela manhã, a atuação do profissional de saúde mental no Sistema Penitenciário. O encontro foi realizado no Auditório da Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH).
`A prisão não é um caminho para a repressão ao crime`, considerou a secretária Marília Muricy, antes do início da palestra do doutor em psicologia e especialista em criminologia, Alvino Sá. A secretária defendeu a valorização dos reclusos dentro das unidades prisionais e a aplicação de um processo de descarcerização, que permita a assistência individualizada de cada um, considerando seus perfis e necessidades.
Alguns problemas foram verificados no processo de ressocialização do atual Sistema Penitenciário, relacionados com os diagnósticos obtidos no Exame Criminológico e apontados por Alvino Sá em sua explanação. Para ele, determinadas avaliações podem orientar a estigmatização dos reclusos e afastá-lo dos processos de reinserção social.
O evento teve as participações da juíza titular da Vara de Execuções Penais de Salvador, Andreamara Paixão, e do juiz Moacyr Pitta Lima, que têm prestado importantes colaborações ao sistema prisional baiano com a agilidade do julgamento de processos de livramento condicional, desafogando as unidades que apresentam problemas de superpopulação.
No período da tarde, grupos de trabalho discutirão a atuação de psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais na equipe interdisciplinar de Saúde Prisional e o Dr. Alvino Sá encerrará o seminário, lançando em seguida o seu livro Criminologia Clínica e Psicologia Criminal, que aborda assuntos ligados à conduta criminosa e à prática do crime.
Fonte: Agecom
`A prisão não é um caminho para a repressão ao crime`, considerou a secretária Marília Muricy, antes do início da palestra do doutor em psicologia e especialista em criminologia, Alvino Sá. A secretária defendeu a valorização dos reclusos dentro das unidades prisionais e a aplicação de um processo de descarcerização, que permita a assistência individualizada de cada um, considerando seus perfis e necessidades.
Alguns problemas foram verificados no processo de ressocialização do atual Sistema Penitenciário, relacionados com os diagnósticos obtidos no Exame Criminológico e apontados por Alvino Sá em sua explanação. Para ele, determinadas avaliações podem orientar a estigmatização dos reclusos e afastá-lo dos processos de reinserção social.
O evento teve as participações da juíza titular da Vara de Execuções Penais de Salvador, Andreamara Paixão, e do juiz Moacyr Pitta Lima, que têm prestado importantes colaborações ao sistema prisional baiano com a agilidade do julgamento de processos de livramento condicional, desafogando as unidades que apresentam problemas de superpopulação.
No período da tarde, grupos de trabalho discutirão a atuação de psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais na equipe interdisciplinar de Saúde Prisional e o Dr. Alvino Sá encerrará o seminário, lançando em seguida o seu livro Criminologia Clínica e Psicologia Criminal, que aborda assuntos ligados à conduta criminosa e à prática do crime.
Fonte: Agecom