02/10/2007
Com um investimento de R$ 9,5 milhões, foram reiniciadas, na manhã de hoje (2), as obras de revitalização da orla marítima de Salvador, que deverão estar concluídas em oito meses. As intervenções, realizadas pelo Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), abrangem cerca de 4 km de extensão.
`A retomada das obras de revitalização da orla marítima atende ao desejo da população e é uma exigência da cidade, que, presenteada pela natureza com uma das mais belas faixas litorâneas do país, a mantinha degradada, sem intervenções condizentes com seu grande potencial de atratividade`, afirma a presidente da Conder, Maria del Carmen, que acompanhou, ao lado de diretores e técnicos da empresa, o reinício dos trabalhos.
No trecho Amaralina, Praça João Amaral/Largo das Baianas, será realizada a conclusão da ciclovia com sinalização, construção de quiosque para as baianas com estrutura de lona tensionada, implantação de 12 quiosques para venda de coco verde, parque infantil, equipamentos de ginástica, espaço para a prática de capoeira e iluminação pública.
O trecho Pituba, entre o Largo das Baianas e o Clube Português, ganhará pavimentação asfáltica, calçadão, ciclovia sinalizada, deque, dois quiosques, três pontos de ônibus (em frente às ruas Pará, Paraíba e Rio Grande do Sul), iluminação pública e rampas para portadores de deficiência física.
Entre o Clube Português e o início do Jardim dos Namorados, as intervenções incluem a conclusão da ciclovia, do calçadão, da iluminação pública e da pavimentação. Já no trecho Jardim de Alá, serão concluídas as obras de contenção em alvenaria de pedra, além do alargamento da ponte sobre o Rio Camurujipe, calçadão, ciclovia e pavimentação asfáltica.
Executadas sem a devida observância de requisitos exigidos por órgãos federais e estaduais, as obras de requalificação da orla de Salvador tiveram que ser suspensas para que fossem sanadas irregularidades legais identificadas, entre estas a inexistência de licenciamento por parte da Secretaria do Patrimônio da União, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Ibama. Apenas o Centro de Recursos Ambientais (CRA) concedera licenciamento, o que era insuficiente para a sua implantação. Iniciadas no governo anterior, elas já tinham reduzido o ritmo em dezembro do ano passado, o que levou o governo a rever todo o cronograma.
Fonte: Agecom
02/10/07
`A retomada das obras de revitalização da orla marítima atende ao desejo da população e é uma exigência da cidade, que, presenteada pela natureza com uma das mais belas faixas litorâneas do país, a mantinha degradada, sem intervenções condizentes com seu grande potencial de atratividade`, afirma a presidente da Conder, Maria del Carmen, que acompanhou, ao lado de diretores e técnicos da empresa, o reinício dos trabalhos.
No trecho Amaralina, Praça João Amaral/Largo das Baianas, será realizada a conclusão da ciclovia com sinalização, construção de quiosque para as baianas com estrutura de lona tensionada, implantação de 12 quiosques para venda de coco verde, parque infantil, equipamentos de ginástica, espaço para a prática de capoeira e iluminação pública.
O trecho Pituba, entre o Largo das Baianas e o Clube Português, ganhará pavimentação asfáltica, calçadão, ciclovia sinalizada, deque, dois quiosques, três pontos de ônibus (em frente às ruas Pará, Paraíba e Rio Grande do Sul), iluminação pública e rampas para portadores de deficiência física.
Entre o Clube Português e o início do Jardim dos Namorados, as intervenções incluem a conclusão da ciclovia, do calçadão, da iluminação pública e da pavimentação. Já no trecho Jardim de Alá, serão concluídas as obras de contenção em alvenaria de pedra, além do alargamento da ponte sobre o Rio Camurujipe, calçadão, ciclovia e pavimentação asfáltica.
Executadas sem a devida observância de requisitos exigidos por órgãos federais e estaduais, as obras de requalificação da orla de Salvador tiveram que ser suspensas para que fossem sanadas irregularidades legais identificadas, entre estas a inexistência de licenciamento por parte da Secretaria do Patrimônio da União, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Ibama. Apenas o Centro de Recursos Ambientais (CRA) concedera licenciamento, o que era insuficiente para a sua implantação. Iniciadas no governo anterior, elas já tinham reduzido o ritmo em dezembro do ano passado, o que levou o governo a rever todo o cronograma.
Fonte: Agecom
02/10/07