04/03/2008
As crescentes tensões com a Colômbia, que levaram o Equador e a Venezuela a enviarem tropas para a fronteira com o país vizinho, não vão afetar a produção de petróleo do Equador, segundo afirmou o presidente de petróleo equatoriano Galo Chiriboga em Viena, onde participa do encontro ministerial da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
`Não existe motivo por que (a produção) deva ser afetada`, disse Chiriboga à agência de notícias Dow Jones. `Não achamos que a indústria de petróleo fique sob risco do conflito com a Colômbia`, acrescentou. Contudo, o ministro disse que o Equador vai assegurar que sua infra-estrutura de petróleo esteja seguramente guardada. `Elas são instalações estratégicas, que o Equador já vem dando atenção especial`, disse o ministro.
Uma incursão de comandos colombianos contra os rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Equador no final de semana, que culminou com a morte do número 2 das Farc, Raúl Reyes, enfureceu o Equador e provocou uma reação da Venezuela. Na segunda-feira, o Equador rompeu os laços diplomáticos com a Colômbia e a Venezuela disse que vai expulsar o embaixador colombiano em seu país. O Equador mobilizou milhares de tropas para a fronteira entre os dois países, enquanto o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou que vai responder militarmente se a Colômbia violar sua fronteira.
Chiriboga disse que o conflito provavelmente vai afetar os planos para expansão do gasoduto Venezuela-Colômbia para o Equador. `Isso pode afetar um projeto para estender o gasoduto da região de Guajira, da Colômbia`, disse Chiriboga. `A intenção é estender o gasoduto para a fronteira norte do Equador. Este projeto poderá no final ser adiado pelo atual conflito que estamos tendo`, acrescentou. As informações são da Dow Jones.
Repórter: SUZI KATUZMATA
Fonte: Estado de S. Paulo
Em 4/03/2008.
`Não existe motivo por que (a produção) deva ser afetada`, disse Chiriboga à agência de notícias Dow Jones. `Não achamos que a indústria de petróleo fique sob risco do conflito com a Colômbia`, acrescentou. Contudo, o ministro disse que o Equador vai assegurar que sua infra-estrutura de petróleo esteja seguramente guardada. `Elas são instalações estratégicas, que o Equador já vem dando atenção especial`, disse o ministro.
Uma incursão de comandos colombianos contra os rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Equador no final de semana, que culminou com a morte do número 2 das Farc, Raúl Reyes, enfureceu o Equador e provocou uma reação da Venezuela. Na segunda-feira, o Equador rompeu os laços diplomáticos com a Colômbia e a Venezuela disse que vai expulsar o embaixador colombiano em seu país. O Equador mobilizou milhares de tropas para a fronteira entre os dois países, enquanto o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou que vai responder militarmente se a Colômbia violar sua fronteira.
Chiriboga disse que o conflito provavelmente vai afetar os planos para expansão do gasoduto Venezuela-Colômbia para o Equador. `Isso pode afetar um projeto para estender o gasoduto da região de Guajira, da Colômbia`, disse Chiriboga. `A intenção é estender o gasoduto para a fronteira norte do Equador. Este projeto poderá no final ser adiado pelo atual conflito que estamos tendo`, acrescentou. As informações são da Dow Jones.
Repórter: SUZI KATUZMATA
Fonte: Estado de S. Paulo
Em 4/03/2008.