03/08/2007
Após o término da rebelião no Presídio Salvador, no fim da tarde ontem (1), sem nenhuma violência, a Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH) começa a tomar as primeiras medidas para a melhoria do sistema penitenciário.
Hoje, 2 de agosto, foi feita uma revista rigorosa nos detentos e reivindicações como melhoria da assistência médica e odontológica, alimentação e a aquisição de um armário para a utilização das visitas serão atendidas. A secretaria também solicitou ao Governo do Estado a abertura de concurso público para novos agentes. Enquanto não é realizado o concurso, os funcionários serão contratados através do Regime Especial de Direito Administrativo (Reda).
Além disso, haverá articulação com a Superintendência de Construções Administrativas da Bahia (Sucab) para reforço do piso das celas e avaliação das redes hidráulica e elétrica do presídio. A SJCDH, através da Superintendência de Assuntos Penais (Sap), irá realizar um curso para agentes masculino e feminino sobre a operacionalização das revistas.
Segundo José Francisco Leite, superintendente de Assuntos Penais da SJCDH, a rebelião no presídio mostrou que o poder da negociação é maior o poder da força. `Prova disso foi a forte determinação da secretaria e o enfrentamento pacífico desse movimento`, exemplificou. Por outro lado, a rebelião causou sofrimento a reféns, familiares e sociedade. Ele afirma que esses transtornos poderiam ter sido evitados se os internos tivessem dialogado.
Além do empenho da secretaria em resolver o impasse nesses três dias de rebelião, a Polícia Militar agiu com profissionalismo em conjunto com representantes do Poder Judiciário, Ministério Público, Pastoral Carcerária e Ordem de Advogados do Brasil (OAB) na condução das negociações.
Indagado sobre a segurança do modelo prisional baiano, o superintendente disse que nenhum modelo prisional é totalmente seguro. `O que a secretaria busca é construir um modelo em que o estado proporcione aos internos aquilo que eles imaginam que só poderiam adquirir com as lideranças. Um modelo em que o Estado proporcione educação, trabalho, saúde e assistência social aos detentos`, completou.
Fonte: Agecom
Em 3/08/2007.
Hoje, 2 de agosto, foi feita uma revista rigorosa nos detentos e reivindicações como melhoria da assistência médica e odontológica, alimentação e a aquisição de um armário para a utilização das visitas serão atendidas. A secretaria também solicitou ao Governo do Estado a abertura de concurso público para novos agentes. Enquanto não é realizado o concurso, os funcionários serão contratados através do Regime Especial de Direito Administrativo (Reda).
Além disso, haverá articulação com a Superintendência de Construções Administrativas da Bahia (Sucab) para reforço do piso das celas e avaliação das redes hidráulica e elétrica do presídio. A SJCDH, através da Superintendência de Assuntos Penais (Sap), irá realizar um curso para agentes masculino e feminino sobre a operacionalização das revistas.
Segundo José Francisco Leite, superintendente de Assuntos Penais da SJCDH, a rebelião no presídio mostrou que o poder da negociação é maior o poder da força. `Prova disso foi a forte determinação da secretaria e o enfrentamento pacífico desse movimento`, exemplificou. Por outro lado, a rebelião causou sofrimento a reféns, familiares e sociedade. Ele afirma que esses transtornos poderiam ter sido evitados se os internos tivessem dialogado.
Além do empenho da secretaria em resolver o impasse nesses três dias de rebelião, a Polícia Militar agiu com profissionalismo em conjunto com representantes do Poder Judiciário, Ministério Público, Pastoral Carcerária e Ordem de Advogados do Brasil (OAB) na condução das negociações.
Indagado sobre a segurança do modelo prisional baiano, o superintendente disse que nenhum modelo prisional é totalmente seguro. `O que a secretaria busca é construir um modelo em que o estado proporcione aos internos aquilo que eles imaginam que só poderiam adquirir com as lideranças. Um modelo em que o Estado proporcione educação, trabalho, saúde e assistência social aos detentos`, completou.
Fonte: Agecom
Em 3/08/2007.