08/08/2007
O ministro Nelson Jobim (Defesa) disse nesta quarta-feira que pediu para a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) determinar às empresas aéreas que aumentem o espaço para os passageiros dentro das aeronaves brasileiras.
Jobim afirmou, em depoimento à CPI do Apagão no Senado, que as empresas, ao invés de ampliarem o número de vôos com o aumento da demanda dos passageiros, preferiram reduzir os espaços dentro dos aviões para abrigar um maior número de pessoas por vôo.
O ministro, que tem 1,90 metro, disse que é uma das vítimas do pequeno espaço entre as poltronas das aeronaves. Jobim afirmou que sua coluna sofre com a posição das poltronas --pouco reclináveis-- e com o pequeno espaço entre os assentos.
`Os vôos foram inferiores à demanda. As empresas passaram a usar aviões maiores comprimidamente. Eu, com 1,90 metro, tenho dificuldade de sentar nos vôos das empresas`, afirmou.
Jobim disse que o Conac (Conselho de Aviação Civil) terá até o dia 23 de agosto para formalizar esse pedido à Anac, entre outras determinações que serão cumpridas pelo órgão até lá.
O ministro reiterou que sua prioridade é garantir a segurança dos passageiros, mas disse que o conforto também é uma preocupação do governo. `Em curto prazo, tenho urgência para a segurança. Mas também tenho preocupação com o conforto`, afirmou Jobim.
Responsabilidades
O ministro reiterou que uma de suas preocupações é evitar a sobreposição de funções entre as entidades que administram o setor aéreo brasileiro. Segundo Jobim, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o escolheu para o cargo para que tivesse `autoridade` para administrar o sistema aéreo brasileiro.
`Há uma sobreposição de responsabilidade e conseqüências. Tivemos resoluções genéricas que não levam a resultados. Resolvemos operar na elaboração de texto do Conac para fixar diretrizes`, afirmou.
Segundo Jobim, `não cabe à Infraero [estatal que administra os aeroportos] ou à Anac a formulação de políticas` para o setor aéreo.
O ministro iniciou seu depoimento com uma sessão esvaziada, somente com a presença dos senadores Sérgio Zambiasi (PTB-RS) e João Pedro (PT-AM), além do presidente da CPI, Tião Viana (PT-AC). O relator Demóstenes Torres (DEM-GO) chegou quase 15 minutos depois do início da sessão.
Fonte: GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
Em 8/08/2007.
Jobim afirmou, em depoimento à CPI do Apagão no Senado, que as empresas, ao invés de ampliarem o número de vôos com o aumento da demanda dos passageiros, preferiram reduzir os espaços dentro dos aviões para abrigar um maior número de pessoas por vôo.
O ministro, que tem 1,90 metro, disse que é uma das vítimas do pequeno espaço entre as poltronas das aeronaves. Jobim afirmou que sua coluna sofre com a posição das poltronas --pouco reclináveis-- e com o pequeno espaço entre os assentos.
`Os vôos foram inferiores à demanda. As empresas passaram a usar aviões maiores comprimidamente. Eu, com 1,90 metro, tenho dificuldade de sentar nos vôos das empresas`, afirmou.
Jobim disse que o Conac (Conselho de Aviação Civil) terá até o dia 23 de agosto para formalizar esse pedido à Anac, entre outras determinações que serão cumpridas pelo órgão até lá.
O ministro reiterou que sua prioridade é garantir a segurança dos passageiros, mas disse que o conforto também é uma preocupação do governo. `Em curto prazo, tenho urgência para a segurança. Mas também tenho preocupação com o conforto`, afirmou Jobim.
Responsabilidades
O ministro reiterou que uma de suas preocupações é evitar a sobreposição de funções entre as entidades que administram o setor aéreo brasileiro. Segundo Jobim, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o escolheu para o cargo para que tivesse `autoridade` para administrar o sistema aéreo brasileiro.
`Há uma sobreposição de responsabilidade e conseqüências. Tivemos resoluções genéricas que não levam a resultados. Resolvemos operar na elaboração de texto do Conac para fixar diretrizes`, afirmou.
Segundo Jobim, `não cabe à Infraero [estatal que administra os aeroportos] ou à Anac a formulação de políticas` para o setor aéreo.
O ministro iniciou seu depoimento com uma sessão esvaziada, somente com a presença dos senadores Sérgio Zambiasi (PTB-RS) e João Pedro (PT-AM), além do presidente da CPI, Tião Viana (PT-AC). O relator Demóstenes Torres (DEM-GO) chegou quase 15 minutos depois do início da sessão.
Fonte: GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
Em 8/08/2007.