04/10/2007
A Bahia absorve de 28% a 30% dos recursos disponibilizados pelo Banco do Nordeste. Um volume que este ano deve chegar a R$1,4 bilhão, cerca de R$300 milhões a mais que no ano passado. O balanço foi feito ontem pelo presidente do BNB, Roberto Smith, que ao lado do governador Jaques Wagner empossou o novo superintendente regional do banco, o baiano Nilo Meira Filho. Ele substitui o conterrâneo Paulo Sérgio Rebouças Ferraro, alçado à diretoria de negócios da instituição. Nos discursos, uma expectativa em comum: estreitar ainda mais a aliança estratégica entre o banco e o governo estadual, com prioridade para o desenvolvimento do semi-árido e incentivo à agricultura familiar.
A meta para 2008 é elevar o volume de recursos destinado à Bahia para R$1,6 bilhão. `Agora, temos uma representação à altura do estado, que já é o maior captador de recursos do Banco do Nordeste, mas queremos que cresça ainda mais. Temos um baiano na diretoria nacional e outro baiano, de Brumado, na Superintendência Regional`, frisou Jaques Wagner. Segundo ele, a intenção do governo estadual é reforçar a `dobradinha` tanto com o BNB quanto com o Sebrae, BNDES e outras instituições, formando uma rede de entidades com o objetivo de implementar o que chamou de `o triângulo da formação, qualificação e financiamento`, para potencializar os recursos captados para o desenvolvimento regional.
Nilo Meira Filho disse que vai dar continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido pela Superintendência Regional para, sobretudo, `induzir o desenvolvimento do semi-árido`. Um dos projetos convergentes do BNB com o governo estadual é o programa biodiesel, com grande potencial na região.
O banco, segundo Roberto Smith, aplicou R$6,1 bilhões no estado, de 2003 a 2007, sendo que R$4,7 bilhões do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). O presidente destacou a importância da área de negócios _ que passa a ser dirigida por Ferraro _ para o atual momento do banco: `Estamos dinamizando a área de curto prazo e investindo nos segmentos comercial e de serviços`.
As micro e pequenas empresas estão no foco do BNB, que em 2006 financiou projetos no montante de R$400 milhões. O novo superintendente regional do BNB, Nilo Meira Filho, é administrador de empresas com especialização em associativismo e agricultura familiar, e funcionário de carreira da instituição, onde atua há 33 anos.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
03/10/07
A meta para 2008 é elevar o volume de recursos destinado à Bahia para R$1,6 bilhão. `Agora, temos uma representação à altura do estado, que já é o maior captador de recursos do Banco do Nordeste, mas queremos que cresça ainda mais. Temos um baiano na diretoria nacional e outro baiano, de Brumado, na Superintendência Regional`, frisou Jaques Wagner. Segundo ele, a intenção do governo estadual é reforçar a `dobradinha` tanto com o BNB quanto com o Sebrae, BNDES e outras instituições, formando uma rede de entidades com o objetivo de implementar o que chamou de `o triângulo da formação, qualificação e financiamento`, para potencializar os recursos captados para o desenvolvimento regional.
Nilo Meira Filho disse que vai dar continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido pela Superintendência Regional para, sobretudo, `induzir o desenvolvimento do semi-árido`. Um dos projetos convergentes do BNB com o governo estadual é o programa biodiesel, com grande potencial na região.
O banco, segundo Roberto Smith, aplicou R$6,1 bilhões no estado, de 2003 a 2007, sendo que R$4,7 bilhões do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). O presidente destacou a importância da área de negócios _ que passa a ser dirigida por Ferraro _ para o atual momento do banco: `Estamos dinamizando a área de curto prazo e investindo nos segmentos comercial e de serviços`.
As micro e pequenas empresas estão no foco do BNB, que em 2006 financiou projetos no montante de R$400 milhões. O novo superintendente regional do BNB, Nilo Meira Filho, é administrador de empresas com especialização em associativismo e agricultura familiar, e funcionário de carreira da instituição, onde atua há 33 anos.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
03/10/07