05/10/2007
O calendário de eventos e roteiros turísticos do Programa de Ação do Turismo Étnico-Afro da Bahia foi apresentado, ontem (4), no Centro de Convenções, aos operadores de viagem, que farão uma avaliação técnica da proposta. A presidente da Bahiatursa, Emília Salvador Silva, e o coordenador de Turismo Étnico da Secretaria Estadual de Turismo, Billy Arquimimo, falaram sobre o produto e a grande expectativa depositada no segmento como atrativo para a Bahia e como fomentador da divulgação da cultura baiana.
`Estamos apostando todas as fichas no Turismo Étnico para a captação de turistas de todo o mundo`, disse Emília, que salientou a carência desse produto no mundo e a necessidade de se realizar `um trabalho bem feito para que o projeto seja bem sucedido`.
Ela explicou que o programa é um grande investimento da atual gestão e que o calendário e os roteiros têm que ser bem trabalhados, permitindo uma programação diferente todos os dias do ano, para que o turista possa vir quando lhe for conveniente. A reunião representou o primeiro passo para a comercialização do Programa de Turismo Étnico, que terá a participação dos operadores na elaboração do calendário e dos roteiros.
O coordenador do programa, Billy Arquimimo, ressaltou que o turismo étnico está totalmente ligado ao turismo cultural e que antes não havia um trabalho segmentado para essa área. `Estamos, nesse primeiro momento, focados no mercado norte-americano e acreditamos muito no sucesso da festa da Boa Morte, que se tornou um evento de grande porte e transformou o mês de agosto no mês da ancestralidade. Queremos que os turistas venham mais à Bahia nesse período`, comentou.
Articulação
A coordenação do projeto foi criada, inicialmente, com dois focos - aumentar o fluxo de turismo norte-americano para a Bahia, pois esse turista gasta mais, e conseguir vôos diretos de Nova Iorque, Atlanta e Chicago, aumentando, assim, o número de investidores e qualificando melhor os profissionais.
A presidente da Bahiatursa falou também sobre a articulação de uma nova visita aos Estados Unidos, no final desse mês ou no início de novembro, para que sejam firmados vôos diretos para a Bahia, fazendo com que o Estado seja o principal portão de entrada para o Nordeste. Será uma ação para minimizar a perda de vôos domésticos, que dificulta a vinda à Bahia do turista que chega ao Brasil via São Paulo.
Um calendário de eventos oficiais e regulares, incluindo os ensaios dos blocos afros, como Olodum, Ilê Aiyê e Male Debalê, foi criado com o intuito de não deixar o turista preso ao hotel, além de representar outra opção de lazer. Os operadores sugeriram, deram idéias e criticaram tecnicamente o programa, para que a avaliação seja feita de ambas as partes. Assim será feito com o calendário e com os roteiros, pois o sucesso da empreitada também depende do afinamento dessa parceria, como ressaltou Emília Silva.
`O São João será uma das festas prioritárias no nosso calendário`, afirmou Emília, ao citar o interior do estado como parte importante do programa. Carlos Casaes, presidente do Conselho de Turismo, considera de `grande relevância, a participação de Lauro de Freitas, onde a cultura afro é forte`.
Finalizando a reunião, Emília afirmou que o turismo étnico é a tradução mais completa da cultura baiana. `Temos candomblé, quilombos, festas centenárias, ou seja, tudo o que representa a cultura afro. Portanto, é necessário esse resgate da música, da capoeira, dos costumes, da moda e da cosmética. O programa vai promover também o desenvolvimento de muitas regiões no interior da Bahia, não vai ficar centralizado em Salvador`, garantiu.
Fonte: Agecom
05/10/07
`Estamos apostando todas as fichas no Turismo Étnico para a captação de turistas de todo o mundo`, disse Emília, que salientou a carência desse produto no mundo e a necessidade de se realizar `um trabalho bem feito para que o projeto seja bem sucedido`.
Ela explicou que o programa é um grande investimento da atual gestão e que o calendário e os roteiros têm que ser bem trabalhados, permitindo uma programação diferente todos os dias do ano, para que o turista possa vir quando lhe for conveniente. A reunião representou o primeiro passo para a comercialização do Programa de Turismo Étnico, que terá a participação dos operadores na elaboração do calendário e dos roteiros.
O coordenador do programa, Billy Arquimimo, ressaltou que o turismo étnico está totalmente ligado ao turismo cultural e que antes não havia um trabalho segmentado para essa área. `Estamos, nesse primeiro momento, focados no mercado norte-americano e acreditamos muito no sucesso da festa da Boa Morte, que se tornou um evento de grande porte e transformou o mês de agosto no mês da ancestralidade. Queremos que os turistas venham mais à Bahia nesse período`, comentou.
Articulação
A coordenação do projeto foi criada, inicialmente, com dois focos - aumentar o fluxo de turismo norte-americano para a Bahia, pois esse turista gasta mais, e conseguir vôos diretos de Nova Iorque, Atlanta e Chicago, aumentando, assim, o número de investidores e qualificando melhor os profissionais.
A presidente da Bahiatursa falou também sobre a articulação de uma nova visita aos Estados Unidos, no final desse mês ou no início de novembro, para que sejam firmados vôos diretos para a Bahia, fazendo com que o Estado seja o principal portão de entrada para o Nordeste. Será uma ação para minimizar a perda de vôos domésticos, que dificulta a vinda à Bahia do turista que chega ao Brasil via São Paulo.
Um calendário de eventos oficiais e regulares, incluindo os ensaios dos blocos afros, como Olodum, Ilê Aiyê e Male Debalê, foi criado com o intuito de não deixar o turista preso ao hotel, além de representar outra opção de lazer. Os operadores sugeriram, deram idéias e criticaram tecnicamente o programa, para que a avaliação seja feita de ambas as partes. Assim será feito com o calendário e com os roteiros, pois o sucesso da empreitada também depende do afinamento dessa parceria, como ressaltou Emília Silva.
`O São João será uma das festas prioritárias no nosso calendário`, afirmou Emília, ao citar o interior do estado como parte importante do programa. Carlos Casaes, presidente do Conselho de Turismo, considera de `grande relevância, a participação de Lauro de Freitas, onde a cultura afro é forte`.
Finalizando a reunião, Emília afirmou que o turismo étnico é a tradução mais completa da cultura baiana. `Temos candomblé, quilombos, festas centenárias, ou seja, tudo o que representa a cultura afro. Portanto, é necessário esse resgate da música, da capoeira, dos costumes, da moda e da cosmética. O programa vai promover também o desenvolvimento de muitas regiões no interior da Bahia, não vai ficar centralizado em Salvador`, garantiu.
Fonte: Agecom
05/10/07