24/01/2008
Representantes das sete universidades públicas do estado se reuniram, nesta quinta-feira (24), com o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ildes Ferreira, para discutir o conteúdo do TecnoVia, o Parque Tecnológico de Salvador, que começa a se concretizar com a abertura, na terça-feira (29), da licitação do projeto executivo, primeira área s ser construída. No dia 19 de fevereiro, acontecerá a licitação para as obras de infra-estrutura e a expectativa é de que a primeira fase do equipamento seja inaugurada no segundo semestre de 2009.
A reunião teve como objetivo formular propostas para serem apresentadas a uma grande empresa do setor de energia, que já desenha a implantação de um centro de pesquisas no parque. A idéia é que as universidades estaduais - Uneb, Uefs, Uesc, Uesb - e as federais Ufba, Recôncavo Baiano (Ufrb) e Vale do São Francisco (Univasf) construam, em conjunto com a Secti, uma proposta que valorize a participação das instituições de ensino superior no desenvolvimento de soluções inovadoras em energia dentro da estrutura do TecnoVia.
`Nós também trabalhamos com as universidades privadas, com as quais temos fortes parcerias, mas a prioridade do atual governo é a incorporação das públicas, produtoras de conhecimento`, explica o secretário Ildes.
A partir da visão da atual gestão estadual, o projeto do TecnoVia passou a ser mais focado na inovação, valorizando o papel das instituições de ensino superior. `Agora, as universidades estão no centro da concepção do parque e passaram a ser fundamentais para a realização do empreendimento`, afirmou o reitor da Ufba.
Na próxima semana, representantes das universidades voltam a se reunir na Secti. Do encontro, sairá a proposta que será apresentada, no final de fevereiro, à empresa que está próxima de formalizar a implantação no TecnoVia.
Parque Tecnológico
O TecnoVia será um moderno habitat de empresas voltadas para as áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), que funcionará numa área de um milhão de metros quadrados, na Avenida Paralela. O empreendimento abrigará empresas dos setores prioritários, além de incubadoras, centros de pesquisa e desenvolvimento, laboratórios e áreas compartilhadas para interação de universidades e empresas.
A implantação do empreendimento será realizada por fases, num projeto de longo prazo. A intenção é manter a harmonia com o meio-ambiente, por meio da implantação de empresas com tecnologias limpas e da conservação da vegetação nativa de Mata Atlântica.
O parque terá um escritório de transferência de tecnologia, incubadora de empresas, centros de pesquisa e desenvolvimento, com laboratórios de núcleos de pesquisa, além de áreas compartilhadas, compostas por restaurantes, bancos e espaço para lazer.
Fonte: Agecom
24/01/08
A reunião teve como objetivo formular propostas para serem apresentadas a uma grande empresa do setor de energia, que já desenha a implantação de um centro de pesquisas no parque. A idéia é que as universidades estaduais - Uneb, Uefs, Uesc, Uesb - e as federais Ufba, Recôncavo Baiano (Ufrb) e Vale do São Francisco (Univasf) construam, em conjunto com a Secti, uma proposta que valorize a participação das instituições de ensino superior no desenvolvimento de soluções inovadoras em energia dentro da estrutura do TecnoVia.
`Nós também trabalhamos com as universidades privadas, com as quais temos fortes parcerias, mas a prioridade do atual governo é a incorporação das públicas, produtoras de conhecimento`, explica o secretário Ildes.
A partir da visão da atual gestão estadual, o projeto do TecnoVia passou a ser mais focado na inovação, valorizando o papel das instituições de ensino superior. `Agora, as universidades estão no centro da concepção do parque e passaram a ser fundamentais para a realização do empreendimento`, afirmou o reitor da Ufba.
Na próxima semana, representantes das universidades voltam a se reunir na Secti. Do encontro, sairá a proposta que será apresentada, no final de fevereiro, à empresa que está próxima de formalizar a implantação no TecnoVia.
Parque Tecnológico
O TecnoVia será um moderno habitat de empresas voltadas para as áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), que funcionará numa área de um milhão de metros quadrados, na Avenida Paralela. O empreendimento abrigará empresas dos setores prioritários, além de incubadoras, centros de pesquisa e desenvolvimento, laboratórios e áreas compartilhadas para interação de universidades e empresas.
A implantação do empreendimento será realizada por fases, num projeto de longo prazo. A intenção é manter a harmonia com o meio-ambiente, por meio da implantação de empresas com tecnologias limpas e da conservação da vegetação nativa de Mata Atlântica.
O parque terá um escritório de transferência de tecnologia, incubadora de empresas, centros de pesquisa e desenvolvimento, com laboratórios de núcleos de pesquisa, além de áreas compartilhadas, compostas por restaurantes, bancos e espaço para lazer.
Fonte: Agecom
24/01/08