17/04/2007
O PMDB baiano já definiu, pelo menos diante do atual cenário político, sua posição quanto à sucessão municipal em Salvador: defende a união dos partidos, que fazem parte da base de sustentação do governo Jaques Wagner, em torno de um único nome. `Foi assim que conseguimos a vitória do prefeito João Henrique e agora, a vitória do governador Jaques Wagner. Por isso, a posição do PMDB baiano é essa: nós defendemos a união da base governista`, afirmou o mais novo presidente estadual da legenda baiana, Lúcio Vieira Lima.
No entanto, o dirigente deixou claro que este é o momento de todos os partidos da base aliada colocar as cartas na mesa e definir quanto à sucessão municipal. `O caminho natural seria apoiar o prefeito João Henrique, mas tanto o PMDB quanto qualquer outro partido da base do governo podem ter a vontade em lançar candidato, mas é preciso que seja de consenso. Por isso, chegou a hora das definições quanto à sucessão municipal, já que a divisão da base aliada beneficiaria justamente àqueles (o grupo liderado pelo senador Antonio Carlos Magalhães) que derrotamos nas últimas eleições. Será que algum partido se acha forte suficientemente para marchar sozinho? Eu acho loucura`.
Para o primeiro-secretário da mesa-diretora da Assembléia Legislativa, deputado Luciano Simões, `ainda é muito cedo para se discutir a sucessão municipal`. `Estas definições só acontecerão depois das convenções. No caso, do PMDB, as convenções devem ocorrer em julho, agosto deste ano, mas se lançará ou não candidato, ou apoiará alguma candidatura só deve mesmo ser definida em março do ano que vem`.
O líder do PMDB na AL, deputado Leur Lomanto Jr., também defende a tese do presidente estadual da legenda no Estado. `Deve ser repetida a coalizão em torno do nome de João Henrique e do governador Jaques Wagner. O caminho do PMDB é buscar a unidade com o governador para a eleição de 2008`, afirmou o deputado, acrescentando: `Se o candidato for João Henrique ótimo, mas se for do PMDB, melhor ainda`.
Segundo Lúcio Vieira Lima, o governado Jaques Wagner também terá um papel importante para nortear as definições dos partidos. `A sinalização do governador Jaques Wagner vai ser muito importante. Ele também tem que dizer como anda as conversas com seu partido, se o PT vai ou não lançar candidatura própria`, declarou o peemedebista.
O PMDB dirige, atualmente, seis estados: Rio de Janeiro (Sérgio Cabral), Santa Catarina (Luiz Henrique da Silveira), Amazonas (Eduardo Braga), Espírito Santo (Paulo Hartung), Mato Grosso do Sul (André Puccinelli), Paraná (Roberto Requião) e Tocantins (Marcelo Miranda). Além disso, o partido detém três vice-governadorias (incluindo o vice de Wagner, Edmundo Pereira) e cinco ministérios (das Minas e Energia, Agricultura, Saúde, Comunicações e Integração Nacional - este último comandado pelo presidente licenciado da legenda na Bahia, Geddel Vieira Lima).
Na bancada federal, o PMDB possui 20 senadores, sendo a Casa presidida pelo senador alagoano Renan Calheiros, além de 92 deputados federais. Dos 39 deputados federais baianos, o partido conta com quatro deputados: Colbert Martins (que deixou o PPS e ingressou no PMDB no início deste ano), Marcelo Guimarães Filho, Mão Branca (que acaba de assumir a vaga deixada por Geddel, o agora ministro da Integração Nacional) e Raymundo Veloso Silva. Já na Assembléia, o partido possui sete deputados estaduais: Luciano Simões, Leur Lomanto Júnior, Ferreira Ottomar, Virgínia Hagge, Marizete Pereira, Joélcio Martins e o ex-tucano Arthur Maia.
Fonte: Tribuna da Bahia
17/04/07
No entanto, o dirigente deixou claro que este é o momento de todos os partidos da base aliada colocar as cartas na mesa e definir quanto à sucessão municipal. `O caminho natural seria apoiar o prefeito João Henrique, mas tanto o PMDB quanto qualquer outro partido da base do governo podem ter a vontade em lançar candidato, mas é preciso que seja de consenso. Por isso, chegou a hora das definições quanto à sucessão municipal, já que a divisão da base aliada beneficiaria justamente àqueles (o grupo liderado pelo senador Antonio Carlos Magalhães) que derrotamos nas últimas eleições. Será que algum partido se acha forte suficientemente para marchar sozinho? Eu acho loucura`.
Para o primeiro-secretário da mesa-diretora da Assembléia Legislativa, deputado Luciano Simões, `ainda é muito cedo para se discutir a sucessão municipal`. `Estas definições só acontecerão depois das convenções. No caso, do PMDB, as convenções devem ocorrer em julho, agosto deste ano, mas se lançará ou não candidato, ou apoiará alguma candidatura só deve mesmo ser definida em março do ano que vem`.
O líder do PMDB na AL, deputado Leur Lomanto Jr., também defende a tese do presidente estadual da legenda no Estado. `Deve ser repetida a coalizão em torno do nome de João Henrique e do governador Jaques Wagner. O caminho do PMDB é buscar a unidade com o governador para a eleição de 2008`, afirmou o deputado, acrescentando: `Se o candidato for João Henrique ótimo, mas se for do PMDB, melhor ainda`.
Segundo Lúcio Vieira Lima, o governado Jaques Wagner também terá um papel importante para nortear as definições dos partidos. `A sinalização do governador Jaques Wagner vai ser muito importante. Ele também tem que dizer como anda as conversas com seu partido, se o PT vai ou não lançar candidatura própria`, declarou o peemedebista.
O PMDB dirige, atualmente, seis estados: Rio de Janeiro (Sérgio Cabral), Santa Catarina (Luiz Henrique da Silveira), Amazonas (Eduardo Braga), Espírito Santo (Paulo Hartung), Mato Grosso do Sul (André Puccinelli), Paraná (Roberto Requião) e Tocantins (Marcelo Miranda). Além disso, o partido detém três vice-governadorias (incluindo o vice de Wagner, Edmundo Pereira) e cinco ministérios (das Minas e Energia, Agricultura, Saúde, Comunicações e Integração Nacional - este último comandado pelo presidente licenciado da legenda na Bahia, Geddel Vieira Lima).
Na bancada federal, o PMDB possui 20 senadores, sendo a Casa presidida pelo senador alagoano Renan Calheiros, além de 92 deputados federais. Dos 39 deputados federais baianos, o partido conta com quatro deputados: Colbert Martins (que deixou o PPS e ingressou no PMDB no início deste ano), Marcelo Guimarães Filho, Mão Branca (que acaba de assumir a vaga deixada por Geddel, o agora ministro da Integração Nacional) e Raymundo Veloso Silva. Já na Assembléia, o partido possui sete deputados estaduais: Luciano Simões, Leur Lomanto Júnior, Ferreira Ottomar, Virgínia Hagge, Marizete Pereira, Joélcio Martins e o ex-tucano Arthur Maia.
Fonte: Tribuna da Bahia
17/04/07