19/03/2008
A microrregião de Ribeira do Pombal, ao norte da Bahia, ganhou um reforço para a geração de trabalho e renda baseada em uma potencialidade local: a cajucultura. Com investimentos sociais da Fundação Banco do Brasil da ordem de R$ 1,5 milhão, e o apoio de parceiros como o Sebrae e o Governo do Estado, foram construídas três minifábricas de beneficiamento de caju nos municípios de Cícero Dantas, Olindina e Banzaê.
As unidades juntas beneficiarão 2,7 mil pessoas envolvidas direta ou indiretamente com a cadeia produtiva da castanha. Na sexta-feira, 14, com a presença do governador Jaques Wagner, do presidente da Fundação BB, Jacques Pena, políticos e cerca de mil moradores da região, foi inaugurada a da Fazenda Lagoa Vermelha, Km 30, BR 110, Cícero Dantas/BA, distante 341 km de Salvador.
Um grupo de cem trabalhadores participou de um estudo e de debates sobre agricultura familiar. Até então o trabalho se resumia ao plantio e venda da castanha in natura a atravessadores. Agora vamos agregar valor à produção e obter um melhor lucro. A nossa expectativa é melhorar a qualidade de vida do pequeno agricultor`, declarou na oportunidade José Roberto de Souza, presidente da Cooperativa da Cajucultura Familiar do Nordeste da Bahia (Cooperacaju), feliz com a notícia dada pelo governador Jacques Wagner de que até o final do ano serão distribuídas 100 mil mudas do rentável cajueiro-anão na região.
A minifábrica de castanha de caju está inserida num processo de transformação social, através do emprego da tecnologia social que tem mudado a realidade de diversas comunidades rurais nordestinas. A cooperativa agrega 366 famílias associadas e pretende comercializar a castanha no estado e obter, em média, o lucro de um salário mínimo mensalmente. Não vai ser difícil. Se aos atravessadores um quilo da castanha in natura era vendido entre R$ 0,60 e R$ 1, agora, processada, pode chegar até a R$ 20. `Aqui não tinha o que fazer. Agora acho que vai melhorar`, disse a dona de casa Maria Jucimar de Oliveira, 34, feliz com a oportunidade de trabalho na cooperativa. Desde 2004 a Fundação BB, instituição do terceiro setor que realiza investimento social com a marca do Banco do Brasil, em conjunto com o Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a organização Unitrabalho, toca o Projeto de Minifábricas de Castanha de Caju nos estados da Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.
A estratégia inclui a recuperação e implantação das minifábricas, além da montagem de módulos agroindustriais para seleção, classificação e exportação da amêndoa. `Nessa região, além das três minifábricas que estamos inaugurando vamos inaugurar mais sete minifábricas e um central para gear trabalho e renda para a agricultura familiar que precisa de apoio de políticas públicas`, adiantou o presidente da Fundação BB, Jacques Pena, As próximas unidades entregues aos cooperativistas serão em Antas e Ribeira do Amparo.
A Bahia produz em torno de 20 mil toneladas de caju por ano. Repórter: Nelson Rocha
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
Em 19/03/2008.
As unidades juntas beneficiarão 2,7 mil pessoas envolvidas direta ou indiretamente com a cadeia produtiva da castanha. Na sexta-feira, 14, com a presença do governador Jaques Wagner, do presidente da Fundação BB, Jacques Pena, políticos e cerca de mil moradores da região, foi inaugurada a da Fazenda Lagoa Vermelha, Km 30, BR 110, Cícero Dantas/BA, distante 341 km de Salvador.
Um grupo de cem trabalhadores participou de um estudo e de debates sobre agricultura familiar. Até então o trabalho se resumia ao plantio e venda da castanha in natura a atravessadores. Agora vamos agregar valor à produção e obter um melhor lucro. A nossa expectativa é melhorar a qualidade de vida do pequeno agricultor`, declarou na oportunidade José Roberto de Souza, presidente da Cooperativa da Cajucultura Familiar do Nordeste da Bahia (Cooperacaju), feliz com a notícia dada pelo governador Jacques Wagner de que até o final do ano serão distribuídas 100 mil mudas do rentável cajueiro-anão na região.
A minifábrica de castanha de caju está inserida num processo de transformação social, através do emprego da tecnologia social que tem mudado a realidade de diversas comunidades rurais nordestinas. A cooperativa agrega 366 famílias associadas e pretende comercializar a castanha no estado e obter, em média, o lucro de um salário mínimo mensalmente. Não vai ser difícil. Se aos atravessadores um quilo da castanha in natura era vendido entre R$ 0,60 e R$ 1, agora, processada, pode chegar até a R$ 20. `Aqui não tinha o que fazer. Agora acho que vai melhorar`, disse a dona de casa Maria Jucimar de Oliveira, 34, feliz com a oportunidade de trabalho na cooperativa. Desde 2004 a Fundação BB, instituição do terceiro setor que realiza investimento social com a marca do Banco do Brasil, em conjunto com o Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a organização Unitrabalho, toca o Projeto de Minifábricas de Castanha de Caju nos estados da Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.
A estratégia inclui a recuperação e implantação das minifábricas, além da montagem de módulos agroindustriais para seleção, classificação e exportação da amêndoa. `Nessa região, além das três minifábricas que estamos inaugurando vamos inaugurar mais sete minifábricas e um central para gear trabalho e renda para a agricultura familiar que precisa de apoio de políticas públicas`, adiantou o presidente da Fundação BB, Jacques Pena, As próximas unidades entregues aos cooperativistas serão em Antas e Ribeira do Amparo.
A Bahia produz em torno de 20 mil toneladas de caju por ano. Repórter: Nelson Rocha
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
Em 19/03/2008.