23/07/2007
Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental Ampliada, formada por vários órgãos do Estado, municípios e sociedade civil vai realizar uma consulta pública com o objetivo de discutir o Sistema Nacional de Educação Ambiental (Sisnea). O grupo conta com a participação da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e Superintendência de Recursos Hídricos (SRH).
O Sisnea está sendo proposto pelo órgão gestor da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), composto pelo Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (DEA/MMA) e pela Coordenação Geral de Educação Ambiental do Ministério da Educação (CGEA/MEC).
A iniciativa parte do pressuposto de que a atual crise ambiental deve ser enfrentada e que, para tanto, é preciso um maior dinamismo da educação ambiental no sentido de promover a mobilização coletiva para a alteração de valores e atitudes sociais.
O compromisso dos estados em promover a mobilização social para a consulta pública é um dos resultados do Encontro Nacional de Gestores Estaduais de Educação Ambiental realizado em Salvador no início do mês. A coordenadora da Divisão de Educação Ambiental da SRH, Vanja Brito, explicou que um Grupo de Trabalho (GT) foi formado para discutir o Sisnea e elaborar as estratégias de execução da consulta pública na Bahia, junto aos gestores públicos, comunidades tradicionais, estudantes, professores e movimentos sociais.
Segundo Vanja Brito, `a proposta do MMA, através do Sisnea, é a de integrar as ações de educação ambiental nas esferas federal, estadual e municipal. Com a consulta pública, junto a todos os segmentos sociais governamentais e não-governamentais, será apresentado um texto base que deverá ser submetido à discussão e contribuição da sociedade`, ressaltou.
Para estimular o debate sobre o Sisnea, está disponível no site do Ministério do Meio Ambiente (www.mma.gov.br/ea) um `texto problematizador sobre as potencialidades, omissões, contradições e desafios da gestão da Política Nacional de Educação Ambiental`. O texto também está sendo distribuído pelo MMA apresentando a proposta do Sisnea, que serve de base para o debate para a consulta pública e contém informações que possibilitam que os segmentos interessados possam entender, visualizar e participar do processo.
Fonte: Agecom
O Sisnea está sendo proposto pelo órgão gestor da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), composto pelo Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (DEA/MMA) e pela Coordenação Geral de Educação Ambiental do Ministério da Educação (CGEA/MEC).
A iniciativa parte do pressuposto de que a atual crise ambiental deve ser enfrentada e que, para tanto, é preciso um maior dinamismo da educação ambiental no sentido de promover a mobilização coletiva para a alteração de valores e atitudes sociais.
O compromisso dos estados em promover a mobilização social para a consulta pública é um dos resultados do Encontro Nacional de Gestores Estaduais de Educação Ambiental realizado em Salvador no início do mês. A coordenadora da Divisão de Educação Ambiental da SRH, Vanja Brito, explicou que um Grupo de Trabalho (GT) foi formado para discutir o Sisnea e elaborar as estratégias de execução da consulta pública na Bahia, junto aos gestores públicos, comunidades tradicionais, estudantes, professores e movimentos sociais.
Segundo Vanja Brito, `a proposta do MMA, através do Sisnea, é a de integrar as ações de educação ambiental nas esferas federal, estadual e municipal. Com a consulta pública, junto a todos os segmentos sociais governamentais e não-governamentais, será apresentado um texto base que deverá ser submetido à discussão e contribuição da sociedade`, ressaltou.
Para estimular o debate sobre o Sisnea, está disponível no site do Ministério do Meio Ambiente (www.mma.gov.br/ea) um `texto problematizador sobre as potencialidades, omissões, contradições e desafios da gestão da Política Nacional de Educação Ambiental`. O texto também está sendo distribuído pelo MMA apresentando a proposta do Sisnea, que serve de base para o debate para a consulta pública e contém informações que possibilitam que os segmentos interessados possam entender, visualizar e participar do processo.
Fonte: Agecom