30/07/2007
Com a assinatura do primeiro contrato de fornecimento de gás natural com produtor independente atuando em campo marginal, a Bahia abre um novo mercado no Brasil para exploração de gás e petróleo por pequenos e médios produtores. O contrato assinado nesta segunda-feira (30) pela Bahiagás (autarquia vinculada à Secretaria Estadual de Infra-estrutura) e a consórcio baiano ERG Petróleo e Gás reativa o campo de Morro de Barro, na Ilha de Itaparica. São considerados campos marginais antigos campos desativados pelo uso de grandes empresas do setor, muitos já sem operação há mais de 20 anos.
Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), dos 316 campos de petróleo e gás do Brasil, 157 são marginais ou maduros. A intenção é colocá-los novamente a leilão para exploração por produtores independentes, já que não mais representam interesse pelas grandes empresas, como a Petrobras. É que os campos desativados só correspondem a 0,6% de toda reserva nacional de petróleo.
`Pode ser pouco para uma grande empresa petrolífera, mas não para um pequeno ou médio produtor, já que eles ainda detêm cerca de 600 mil barris de petróleo`, afirmou o presidente da ANP, Haroldo Lima. `É um ótimo negócio para a Bahia, onde está a maioria dos campos marginais, ativando uma nova vertente econômica e gerando emprego e renda`, completou. Cerca de 70% dos campos desativados, ainda com grandes potenciais de exploração, encontram-se na Bahia.
Lima lembrou que em outros países a exploração dos campos marginais pelos pequenos e médios já é comum, com representação significativa na economia. Nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de 7 mil produtores atuam com campos marginais, sendo responsáveis por cerca de 50% da produção de gás natural daquele país.
Na solenidade de assinatura do contrato, o governador Jaques Wagner destacou a importância do ato para na história da atividade petrolífera. `Tudo começou com um primeiro poço, em Lobato; e, agora recomeça com a nova atividade de exploração de um chamado poço marginal, que volta a produzir por uma empresa baiana de pequeno porte`.
Wagner destacou que `a nova atividade econômica vai gerar gás, emprego e divisas para o estado`. A nova rodada de leilão no Brasil está prevista para novembro, conforme anunciou a ANP.
Fonte: Agecom
Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), dos 316 campos de petróleo e gás do Brasil, 157 são marginais ou maduros. A intenção é colocá-los novamente a leilão para exploração por produtores independentes, já que não mais representam interesse pelas grandes empresas, como a Petrobras. É que os campos desativados só correspondem a 0,6% de toda reserva nacional de petróleo.
`Pode ser pouco para uma grande empresa petrolífera, mas não para um pequeno ou médio produtor, já que eles ainda detêm cerca de 600 mil barris de petróleo`, afirmou o presidente da ANP, Haroldo Lima. `É um ótimo negócio para a Bahia, onde está a maioria dos campos marginais, ativando uma nova vertente econômica e gerando emprego e renda`, completou. Cerca de 70% dos campos desativados, ainda com grandes potenciais de exploração, encontram-se na Bahia.
Lima lembrou que em outros países a exploração dos campos marginais pelos pequenos e médios já é comum, com representação significativa na economia. Nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de 7 mil produtores atuam com campos marginais, sendo responsáveis por cerca de 50% da produção de gás natural daquele país.
Na solenidade de assinatura do contrato, o governador Jaques Wagner destacou a importância do ato para na história da atividade petrolífera. `Tudo começou com um primeiro poço, em Lobato; e, agora recomeça com a nova atividade de exploração de um chamado poço marginal, que volta a produzir por uma empresa baiana de pequeno porte`.
Wagner destacou que `a nova atividade econômica vai gerar gás, emprego e divisas para o estado`. A nova rodada de leilão no Brasil está prevista para novembro, conforme anunciou a ANP.
Fonte: Agecom