07/08/2007
A crise aérea, se teve algum lado positivo, foi o de colocar o foco do governo federal e da sociedade como um todo em direção à infra-estrutura aeroportuária brasileira, evidenciando a necessidade de encontrar formas para o seu fortalecimento. A observação é do presidente regional da Associação Brasileira de Agentes de Viagem (Abav/BA), Pedro Costa, citando como exemplo local a urgência de um novo aeroporto em Ilhéus. Outra necessidade `para ontem` é conseguir aumentar o fluxo turístico baiano, para justificar os bilhões de dólares investidos nos últimos anos, tanto pelo poder público quanto pela iniciativa privada, em melhoria da infra-estrutura e ampliação da rede hoteleira.
`Continuamos com dois milhões de turistas por ano, mas já temos investimentos e destinos que comportam cinco milhões de visitantes`, garante Costa, que de sexta-feira, dia 10, a domingo, promove a 2ª Convenção Estadual da Abav, em Guarajuba - Resort Vila Galé Marés. O evento será aberto pela presidente da Embratur, Jeanine Pires, que fará palestra à noite sobre os planos do governo federal para a indústria do turismo. Com patrocínio master da TAM e Bahiatursa, a convenção não deixará de fora da pauta de debates a crise aérea e suas conseqüências para o trade turístico brasileiro, especialmente o regional. Afinal, a retração do mercado é visível e as empresas precisam encontrar formas de contorná-la.
Segundo Pedro Costa, o evento tem cunho científico e visa envolver os diversos segmentos que compõem o trade para debater os problemas atuais, como companhias aéreas, agências de viagem, órgãos públicos e empresas especializadas em cruzeiros. A expectativa é reunir cerca de 500 participantes.
O presidente da Abav/BA identifica um cenário favorável ao segmento turístico, que alcançou nível de ministério e de secretaria estadual. A Bahia, segundo ele, atravessou uma fase de fortalecimento da infra-estrutura turística, com a atração de grandes investimentos nacionais e internacionais. `Agora temos que justificar o que foi feito com o aumento do fluxo de turistas, que até o momento não correspondeu ao que foi investido`, observa Costa, chamando atenção para a importância de as soluções serem discutidas em parceria pelo setor público e iniciativa privada.
Os planos do governo estadual para o setor serão apresentados no sábado de manhã, pela presidente da Bahiatursa, Emília Silva. Em seguida, a representante do Sebrae, Joana Suelene Sá, falará sobre o Simples Nacional. O painel Distribuição: uma análise do comportamento entre distribuidores e companhias aéreas e o futuro deste relacionamento terá a participação da José Alves, diretor da Bahia Travel Operadora; de João Martins, presidente da Abav Nacional; de Mário Carvalho, diretor da TAP; e um representante da TAM. A importância dos cruzeiros marítimos será abordada por Milton Sanchez, diretor da Brazil Cruize Representações. Uma das palestras mais aguardadas, devido à crise aérea, é a do presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, com o sugestivo tema: Indústria aérea brasileira? Para onde vamos?. Será no domingo, das 16h40 às 17h30.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
Mônica Bichara
Em 7/08/2007.
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`Continuamos com dois milhões de turistas por ano, mas já temos investimentos e destinos que comportam cinco milhões de visitantes`, garante Costa, que de sexta-feira, dia 10, a domingo, promove a 2ª Convenção Estadual da Abav, em Guarajuba - Resort Vila Galé Marés. O evento será aberto pela presidente da Embratur, Jeanine Pires, que fará palestra à noite sobre os planos do governo federal para a indústria do turismo. Com patrocínio master da TAM e Bahiatursa, a convenção não deixará de fora da pauta de debates a crise aérea e suas conseqüências para o trade turístico brasileiro, especialmente o regional. Afinal, a retração do mercado é visível e as empresas precisam encontrar formas de contorná-la.
Segundo Pedro Costa, o evento tem cunho científico e visa envolver os diversos segmentos que compõem o trade para debater os problemas atuais, como companhias aéreas, agências de viagem, órgãos públicos e empresas especializadas em cruzeiros. A expectativa é reunir cerca de 500 participantes.
O presidente da Abav/BA identifica um cenário favorável ao segmento turístico, que alcançou nível de ministério e de secretaria estadual. A Bahia, segundo ele, atravessou uma fase de fortalecimento da infra-estrutura turística, com a atração de grandes investimentos nacionais e internacionais. `Agora temos que justificar o que foi feito com o aumento do fluxo de turistas, que até o momento não correspondeu ao que foi investido`, observa Costa, chamando atenção para a importância de as soluções serem discutidas em parceria pelo setor público e iniciativa privada.
Os planos do governo estadual para o setor serão apresentados no sábado de manhã, pela presidente da Bahiatursa, Emília Silva. Em seguida, a representante do Sebrae, Joana Suelene Sá, falará sobre o Simples Nacional. O painel Distribuição: uma análise do comportamento entre distribuidores e companhias aéreas e o futuro deste relacionamento terá a participação da José Alves, diretor da Bahia Travel Operadora; de João Martins, presidente da Abav Nacional; de Mário Carvalho, diretor da TAP; e um representante da TAM. A importância dos cruzeiros marítimos será abordada por Milton Sanchez, diretor da Brazil Cruize Representações. Uma das palestras mais aguardadas, devido à crise aérea, é a do presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, com o sugestivo tema: Indústria aérea brasileira? Para onde vamos?. Será no domingo, das 16h40 às 17h30.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
Mônica Bichara
Em 7/08/2007.
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