14/09/2007
Na quinta-feira (20), 185 município baianos, que têm comunidades quilombolas e povos indígenas em seus territórios, serão capacitados para aplicar os questionários do Cadastro Único do Bolsa Família (CadÚnico). O objetivo é inserir essas comunidades tradicionais no programa.
O cadastro também servirá como base para diversas políticas públicas do governo federal e estadual. Grande parte desse segmento não possui ainda documentação civil. Para resolver esse problema, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes) já contatou a Secretaria de Administração do Estado da Bahia (Saeb) para que o Sac-Móvel (Serviço de Atendimento ao Cidadão volante) integre o processo de cadastramento.
De acordo com pesquisa técnica da Sedes, os fatores que dificultam uma formatação mais adequada do cadastro são a falta de documentação civil, questões fundiárias mal resolvidas, especificidades sócio-culturais e o isolamento territorial de diversas comunidades.
Por isso, a Sedes conta com a parceria da Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi) e a Fundação Palmares. Ambas contribuirão para que os gestores municipais compreendam historicamente o contexto em que as comunidades tradicionais estão inseridas.
Fonte: Agecom
O cadastro também servirá como base para diversas políticas públicas do governo federal e estadual. Grande parte desse segmento não possui ainda documentação civil. Para resolver esse problema, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes) já contatou a Secretaria de Administração do Estado da Bahia (Saeb) para que o Sac-Móvel (Serviço de Atendimento ao Cidadão volante) integre o processo de cadastramento.
De acordo com pesquisa técnica da Sedes, os fatores que dificultam uma formatação mais adequada do cadastro são a falta de documentação civil, questões fundiárias mal resolvidas, especificidades sócio-culturais e o isolamento territorial de diversas comunidades.
Por isso, a Sedes conta com a parceria da Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi) e a Fundação Palmares. Ambas contribuirão para que os gestores municipais compreendam historicamente o contexto em que as comunidades tradicionais estão inseridas.
Fonte: Agecom