01/10/2007
O Governo do Estado vai afinar as estratégias de gestão do Programa Bolsa Família (PBF) com as esferas federal e municipal. Para discutir o assunto, a equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), responsável pelo programa no Estado, reunirá, no dia 3, no Centro de Convenções da Bahia, representantes do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Caixa Econômica Federal, secretarias estaduais de Saúde (Sesab) e de Educação (SEC), prefeitos, secretários municipais da Assistência Social, de Educação, Saúde e gestores do PBF.
A atualização da base de dados do Cadastro Único (CadÚnico) do programa conta com ações pioneiras, como a inclusão diferenciada de indígenas e quilombolas. Neste mês, 185 municípios baianos que têm comunidades quilombolas e povos indígenas em seus territórios participaram do primeiro seminário de capacitação para a aplicação do CadÚnico. A iniciativa conta com a parceria da Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi) e da Fundação Palmares.
Por meio da atualização do CadÚnico, será possível obter um melhor diagnóstico dos beneficiados. Isso vai possibilitar à Sedes desenvolver políticas públicas de forma mais adequada, como ampliar a cobertura do serviço de transferência de renda para os povos tradicionais e emancipar os que já dependem do Bolsa Família. O programa é responsável pelo repasse mensal de R$ 112 milhões pelo governo federal aos municípios da Bahia, onde mais de 1,4 mil famílias precisam de transferência de renda para sobreviver.
Fonte: Agecom
A atualização da base de dados do Cadastro Único (CadÚnico) do programa conta com ações pioneiras, como a inclusão diferenciada de indígenas e quilombolas. Neste mês, 185 municípios baianos que têm comunidades quilombolas e povos indígenas em seus territórios participaram do primeiro seminário de capacitação para a aplicação do CadÚnico. A iniciativa conta com a parceria da Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi) e da Fundação Palmares.
Por meio da atualização do CadÚnico, será possível obter um melhor diagnóstico dos beneficiados. Isso vai possibilitar à Sedes desenvolver políticas públicas de forma mais adequada, como ampliar a cobertura do serviço de transferência de renda para os povos tradicionais e emancipar os que já dependem do Bolsa Família. O programa é responsável pelo repasse mensal de R$ 112 milhões pelo governo federal aos municípios da Bahia, onde mais de 1,4 mil famílias precisam de transferência de renda para sobreviver.
Fonte: Agecom