30/11/2007
A qualidade das águas dos mais de 75 rios e seus afluentes em todas as 17 bacias hidrográficas da Bahia será acompanhada pelo Projeto Monitora. A iniciativa foi lançada, quinta-feira(29), na Governadoria, numa parceria entre o governo do estado, a Federação das Indústrias da Bahia (Fieb), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Superintendência de Recursos Hídricos (SRH) e Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). Até 2010, serão investidos recursos públicos na ordem de R$6,7 milhões.
A Bahia é o quarto estado do país a adotar a prática. O monitoramento será realizado pelos laboratórios da Fieb e o diagnóstico parcial do estudo será divulgado nos próximos três meses. O objetivo é fornecer informações sobre as condições das águas doces superficiais e subterrâneas baianas, garantindo que os recursos hídricos sejam utilizados pelas atuais e futuras gerações de forma racional e com padrões satisfatórios de qualidade, de acordo com a Política Estadual de Recursos Hídricos, implementada pela Lei 10.432/06.
De acordo com o superintendente de Recursos Hídricos, Júlio Braga, o monitoramento vai permitir que toda a população baiana tenha acesso ao recurso. `A partir dessa analise, poderemos saber quais as condições das águas da Bahia e criar projetos para que o bem chegue a todos`, assinalou.
As amostras serão analisadas para a determinação de nove parâmetros básicos: oxigênio dissolvido, PH (grau de acidez), temperatura, demanda bioquímica de oxigênio, coliformes, nitrogênio total, fósforo total, resíduo total e turbidez, que serão utilizados no calculo de índice de qualidade da água (IQA). São parâmetros físicos, químicos, biológicos e ecotoxicológicos.
O presidente da Fieb, Jorge Lins Freire, considerou que, além dos benefícios ao povo, a iniciativa também vai fortalecer o segmento comercial e atender a normas federais estabelecidas pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
Para o secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, órgão gestor das águas doces, Juliano Matos, o controle das águas é de extrema importância para que as políticas públicas possam ser devidamente elaboradas. `Para planejar, precisamos conhecer e estudar`, destacou. A avaliação da água deve ser contínua e esse trabalho será desenvolvido pela SRH, que, conforme a política estadual de recursos hídricos (Lei n° 10.432/06), deve elaborar e atualizar o Plano Estadual de Recursos Hídricos.
Fonte: Correio da Bahia 29/11/07
A Bahia é o quarto estado do país a adotar a prática. O monitoramento será realizado pelos laboratórios da Fieb e o diagnóstico parcial do estudo será divulgado nos próximos três meses. O objetivo é fornecer informações sobre as condições das águas doces superficiais e subterrâneas baianas, garantindo que os recursos hídricos sejam utilizados pelas atuais e futuras gerações de forma racional e com padrões satisfatórios de qualidade, de acordo com a Política Estadual de Recursos Hídricos, implementada pela Lei 10.432/06.
De acordo com o superintendente de Recursos Hídricos, Júlio Braga, o monitoramento vai permitir que toda a população baiana tenha acesso ao recurso. `A partir dessa analise, poderemos saber quais as condições das águas da Bahia e criar projetos para que o bem chegue a todos`, assinalou.
As amostras serão analisadas para a determinação de nove parâmetros básicos: oxigênio dissolvido, PH (grau de acidez), temperatura, demanda bioquímica de oxigênio, coliformes, nitrogênio total, fósforo total, resíduo total e turbidez, que serão utilizados no calculo de índice de qualidade da água (IQA). São parâmetros físicos, químicos, biológicos e ecotoxicológicos.
O presidente da Fieb, Jorge Lins Freire, considerou que, além dos benefícios ao povo, a iniciativa também vai fortalecer o segmento comercial e atender a normas federais estabelecidas pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
Para o secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, órgão gestor das águas doces, Juliano Matos, o controle das águas é de extrema importância para que as políticas públicas possam ser devidamente elaboradas. `Para planejar, precisamos conhecer e estudar`, destacou. A avaliação da água deve ser contínua e esse trabalho será desenvolvido pela SRH, que, conforme a política estadual de recursos hídricos (Lei n° 10.432/06), deve elaborar e atualizar o Plano Estadual de Recursos Hídricos.
Fonte: Correio da Bahia 29/11/07