06/05/2008
Na bolsa de Nova York, o contrato de junho fechou a US$ 119,97 por barril, subindo US$ 3,65 ou 3,14%, após ser negociado entre US$ 116,05 e US$ 120,36, novo recorde histórico. O valor de fechamento superou o recorde anterior de US$ 119,37, registrado em 22 de março. Durante a sessão, o valor recorde anterior era de US$ 119,93 alcançado no dia 28 de abril.
O volume de negócios abaixo do normal, devido a um feriado bancário na Inglaterra, deu mais volatilidade ao mercado, de acordo com analistas.
Correndo na direção contrária, o dólar ampliou suas perdas, caindo em comparação ao euro e ao iene, com investidores discutindo a força da economia norte-americana em meio aos altos preços do petróleo.
`Nós estamos vendo um dólar fraquejante e os dados de desemprego divulgados na última a sexta-feira reforçam a idéia de que talvez não tenhamos tanta deterioração da demanda`, disse Jim Ritterbusch, presidente da Ritterbusch & Associates.
Os preços do petróleo subiram seis vezes desde o início do ano de 2002, impulsionados pela crescente demanda da China e de outras economias em pleno desenvolvimento.
Dando mais suporte ao petróleo, o Irã anunciou ontem que não irá considerar nenhum incentivo oferecido pelas potências mundiais que exija restrições de sua tecnologia nuclear.
Fonte: Gazeta Mercantil
6/5/2008.
O volume de negócios abaixo do normal, devido a um feriado bancário na Inglaterra, deu mais volatilidade ao mercado, de acordo com analistas.
Correndo na direção contrária, o dólar ampliou suas perdas, caindo em comparação ao euro e ao iene, com investidores discutindo a força da economia norte-americana em meio aos altos preços do petróleo.
`Nós estamos vendo um dólar fraquejante e os dados de desemprego divulgados na última a sexta-feira reforçam a idéia de que talvez não tenhamos tanta deterioração da demanda`, disse Jim Ritterbusch, presidente da Ritterbusch & Associates.
Os preços do petróleo subiram seis vezes desde o início do ano de 2002, impulsionados pela crescente demanda da China e de outras economias em pleno desenvolvimento.
Dando mais suporte ao petróleo, o Irã anunciou ontem que não irá considerar nenhum incentivo oferecido pelas potências mundiais que exija restrições de sua tecnologia nuclear.
Fonte: Gazeta Mercantil
6/5/2008.