12/05/2008
Em entrevista coletiva à imprensa, concedida como parte do lançamento da Política do Desenvolvimento Produtivo, Mantega afirmou que o Banco Central é responsável pela taxa Selic. `Nós tratamos aqui de n taxas de juros e estamos reduzindo essas taxas. Não me parece haver necessidade de ter o presidente do Banco Central aqui com a gente`, disse Mantega.
Ele comentou que o custo de capital no Brasil está caindo nos últimos cinco anos e citou não só o fato de a Selic ter ficado um longo período de tempo sem subir como também a abertura de capital de empresas na bolsa de valores. O ministro observou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está oferecendo financiamento para novas pesquisas, com juros fixos de 4,5% ao ano, e que o programa `Revitaliza`, de financiamento a investimentos e exportações, oferece taxas nominais de 7% ao ano, que podem ser reduzidas ainda mais dependendo do cronograma de pagamento.
Mantega comentou ainda que não sabe de onde vem as queixas à política fiscal e ao superávit primário. `Estamos fazendo 50% a mais de superávit primário este ano do que no ano passado. Estamos reduzindo a dívida, que chegou no menor patamar, em relação ao PIB, em março`, acentuou. Ele comentou que o Banco Central `ficou três anos sem subir taxa de juros no Brasil, o que não é fácil`. De acordo com Mantega, o País só conseguiu essas condições por estar fazendo uma política fiscal responsável.
O ministro da Fazenda explicou também como será a redução de tributos para o setor de tecnologia de informação (TI) anunciada hoje. De acordo com ele, a redução da tributação será proporcional ao volume de exportações sobre a produção total. A cada 10% de exportações que uma empresa fizer sobre a sua produção poderá descontar 1 ponto porcentual da contribuição previdenciária patronal, que é de 20% sobre a folha de pagamentos. Se exportar 100%, a incidência previdenciária cairá para 10% da folha e deixará de pagar 3,1% do chamado sistema S, administrado pelas entidades de classe, como Fiesp e Firjan.
Mantega considera que não há renúncia fiscal porque hoje `não há exportação dessa natureza`. De qualquer forma, ele disse que o Tesouro Nacional vai cobrir a diferença para a previdência dos trabalhadores no setor para que isso não cause um déficit da Previdência.
Fonte: O Estado de S. Paulo
Em 12/05/2008.
Ele comentou que o custo de capital no Brasil está caindo nos últimos cinco anos e citou não só o fato de a Selic ter ficado um longo período de tempo sem subir como também a abertura de capital de empresas na bolsa de valores. O ministro observou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está oferecendo financiamento para novas pesquisas, com juros fixos de 4,5% ao ano, e que o programa `Revitaliza`, de financiamento a investimentos e exportações, oferece taxas nominais de 7% ao ano, que podem ser reduzidas ainda mais dependendo do cronograma de pagamento.
Mantega comentou ainda que não sabe de onde vem as queixas à política fiscal e ao superávit primário. `Estamos fazendo 50% a mais de superávit primário este ano do que no ano passado. Estamos reduzindo a dívida, que chegou no menor patamar, em relação ao PIB, em março`, acentuou. Ele comentou que o Banco Central `ficou três anos sem subir taxa de juros no Brasil, o que não é fácil`. De acordo com Mantega, o País só conseguiu essas condições por estar fazendo uma política fiscal responsável.
O ministro da Fazenda explicou também como será a redução de tributos para o setor de tecnologia de informação (TI) anunciada hoje. De acordo com ele, a redução da tributação será proporcional ao volume de exportações sobre a produção total. A cada 10% de exportações que uma empresa fizer sobre a sua produção poderá descontar 1 ponto porcentual da contribuição previdenciária patronal, que é de 20% sobre a folha de pagamentos. Se exportar 100%, a incidência previdenciária cairá para 10% da folha e deixará de pagar 3,1% do chamado sistema S, administrado pelas entidades de classe, como Fiesp e Firjan.
Mantega considera que não há renúncia fiscal porque hoje `não há exportação dessa natureza`. De qualquer forma, ele disse que o Tesouro Nacional vai cobrir a diferença para a previdência dos trabalhadores no setor para que isso não cause um déficit da Previdência.
Fonte: O Estado de S. Paulo
Em 12/05/2008.