04/12/2008
Apesar de considerar que os emergentes estão em melhor situação diante da crise, o economista-chefe adjunto do Banco Mundial (Bird), Alessandro Rebucci, disse que o pior da crise ainda está por vir e pode causar maiores danos na economia global.
Em palestra na edição extraordinária do Fórum Nacional realizado no Rio, Rebucci considerou que é importante que continuem a ser adotadas medidas para evitar que a recessão nos países desenvolvidos se torne uma depressão. Ele criticou a atual arquitetura financeira mundial e afirmou que provavelmente será necessário um redesenho da ordem econômica.
`Achar que o pior já passou não ajuda. Alguma vida foi reinjetada no mercado financeiro. Acho que o pior está por vir com reflexos na economia real, pressão sobre as rendas e orçamentos inclusive nos países que estão em melhor condição`, observou Rebucci.
Ele avaliou que haverá diminuição no ritmo do crescimento do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) e acrescentou que a crise terá maiores efeitos em economias que não se fortaleceram e que não se regularam de forma adequada nos últimos anos. `O Brasil está em posição sólida e sentirá menos os efeitos da crise. As boas políticas econômicas na América Latina estão se sobressaindo em meio à crise`, afirmou.(AC)
Fonte: Valor Econômico
- 04/12/2008.
Em palestra na edição extraordinária do Fórum Nacional realizado no Rio, Rebucci considerou que é importante que continuem a ser adotadas medidas para evitar que a recessão nos países desenvolvidos se torne uma depressão. Ele criticou a atual arquitetura financeira mundial e afirmou que provavelmente será necessário um redesenho da ordem econômica.
`Achar que o pior já passou não ajuda. Alguma vida foi reinjetada no mercado financeiro. Acho que o pior está por vir com reflexos na economia real, pressão sobre as rendas e orçamentos inclusive nos países que estão em melhor condição`, observou Rebucci.
Ele avaliou que haverá diminuição no ritmo do crescimento do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) e acrescentou que a crise terá maiores efeitos em economias que não se fortaleceram e que não se regularam de forma adequada nos últimos anos. `O Brasil está em posição sólida e sentirá menos os efeitos da crise. As boas políticas econômicas na América Latina estão se sobressaindo em meio à crise`, afirmou.(AC)
Fonte: Valor Econômico
- 04/12/2008.