10/02/2011
O presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Ricardo Simões, defendeu ontem a criação de um centro de pesquisas e de um centro de testes para desenvolver equipamentos voltados ao setor. `Precisamos dominar essa tecnologia. Motivar os investidores que estão aqui para instalar as suas máquinas`, disse ele no Wind Forum Brazil 2011, encontro que debate questões relativas do setor de geração eólica.
Simões lembrou que o crescimento da importância das usinas movidas pelo vento na matriz energética brasileiras ocorreu devido a uma `janela de oportunidade`, a crise financeira de 2009. O desaquecimento econômico aumentou a capacidade ociosa das empresas da União Europeia, o que deixou os equipamentos mais baratos. A valorização do real em relação ao dólar também facilitou a aquisição desses equipamentos.
O Brasil gera atualmente 930,5 MW com as usinas eólicas. Em 2009, os ventos produziam apenas 606 MW. Mas a perspectiva de expansão é grande: nos leilões promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2009 e 2010 foram comercializados 3,8 mil MW, que serão entregues até 2013. Simões defende a continuidade dos leilões que deem prioridade à energia eólica pelo período de mais oito ou dez anos, como incentivo ao setor.
Valor Econômico - 10/02/2011.
Simões lembrou que o crescimento da importância das usinas movidas pelo vento na matriz energética brasileiras ocorreu devido a uma `janela de oportunidade`, a crise financeira de 2009. O desaquecimento econômico aumentou a capacidade ociosa das empresas da União Europeia, o que deixou os equipamentos mais baratos. A valorização do real em relação ao dólar também facilitou a aquisição desses equipamentos.
O Brasil gera atualmente 930,5 MW com as usinas eólicas. Em 2009, os ventos produziam apenas 606 MW. Mas a perspectiva de expansão é grande: nos leilões promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2009 e 2010 foram comercializados 3,8 mil MW, que serão entregues até 2013. Simões defende a continuidade dos leilões que deem prioridade à energia eólica pelo período de mais oito ou dez anos, como incentivo ao setor.
Valor Econômico - 10/02/2011.