12/12/2014
Para garantir a segurança logística dos 265 equipamentos eólicos, com destino ao Parque de Caetité, no sudoeste baiano, a Secretaria de Infraestrutura - Seinfra, desenvolveu por meio do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia - Derba, o Plano de Trafegabilidade para implantação dos parques eólicos. O processo logístico dos equipamentos tem inicio programado para janeiro de 2015.O conjunto de estudos, sob a responsabilidade da Secretaria, analisa os equipamentos a serem transportados e estabelece um plano logístico, conforme as configurações da carga, como dimensões e peso. As estradas, por onde as peças irão passar, também são analisadas. Dessa forma, é possível verificar se elas têm condições para suportar o peso dos veículos e cargas e o impacto gerado por eles.
A indústria fabricante, Alstom, está localizada em Camaçari, de onde saem os equipamentos que devem passar por Feira de Santana, Vitória da Conquista, Brumado até chegar em Caetité.
O coordenador de Rotas Eólicas e Mineração do Derba, Cley Andrade, explica que o estudou levou seis meses para ser desenvolvido e teve como preocupação a segurança do usuário das rodovias. 'Para transportar estas cargas, seguimos as normas dispostas no Código de Trânsito Brasileiro. Entre os cuidados previstos estão a quantidade de veículos envolvidos no processo, horários de fluxo e escoltas que servem de alerta para os condutores', esclarece Cley.
A operação conta com o apoio das concessionárias Via Bahia e a Bahia Norte, Polícias Rodoviárias Federal e Estadual, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - Dnit e Derba.
Ranking
Através de investimentos de R$12,3 bilhões, a Bahia alcançou o segundo lugar no ranking de investimento eólicos no país, caminhando a passos largos para superar o primeiro colocado, o Estado do Rio Grande do Norte. Além de colaborar com a preservação do meio ambiente, a utilização de fontes energéticas limpas, eólica e solar, tem gerado emprego e renda para a população baiana. Até meados de 2007, a Bahia não possuía projetos de aproveitamento da energia gerada pela força dos ventos. Sete anos depois, o Estado deu um grande salto e hoje é destaque nacional, chegando a 2014 com 149 projetos de usinas eólicas e 3,2 GW de capacidade.
Fonte: Ascom/Seinfra.
Em 12/12/2014.