15/08/2007
Funcionando há 100 dias, o Grupo Especializado de Proteção a Propriedade Intelectual (Geppi), criado pela Polícia Civil, apreendeu hoje (14), em frente a um shopping center nas imediações da Praça da Piedade, 3.400 CDs e DVDs piratas, inclusive cópias de lançamentos cinematográficos, e 500 pacotes de cigarros procedentes do Paraguai, totalizando 10 mil maços. Cinco vendedores ambulantes foram conduzidos à sede do Geppi, no prédio da Polícia Civil, e liberados após serem ouvidos pelo delegado Adaílton Adan.
De acordo com os comerciantes informais, os produtos pirateados apreendidos pela Polícia foram adquiridos em Feira de Santana. `As investigações, a partir de agora, serão no sentido de identificar os fornecedores dos CDs e DVDs falsificados`, disse delegado, salientando que o material apreendido será destruído após autorização judicial. `O combate à pirataria não se limita aos CDS e DVDs, estendendo-se a todos os produtos que envolvam marcas de propriedades, como programas de computadores, tênis, roupas e acessórios diversos`, esclareceu Adan.
Integrante do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), o Geppi deverá ser transformado numa delegacia especializada no combate à pirataria, segundo informou o diretor do DCCP, delegado Arthur Gallas. Ele salienta que, a partir da criação do grupo, em maio deste ano, as ações de combate à falsificação e ao desrespeito à propriedade industrial foram intensificadas em todo o Estado. `O foco do grupo não é apenas o camelô que vende a mercadoria, mas sim a área de produção, que lucra mais com a atividade e comanda todo o processo de falsificação`, assinala.
Fonte: Agecom
14/08/07
De acordo com os comerciantes informais, os produtos pirateados apreendidos pela Polícia foram adquiridos em Feira de Santana. `As investigações, a partir de agora, serão no sentido de identificar os fornecedores dos CDs e DVDs falsificados`, disse delegado, salientando que o material apreendido será destruído após autorização judicial. `O combate à pirataria não se limita aos CDS e DVDs, estendendo-se a todos os produtos que envolvam marcas de propriedades, como programas de computadores, tênis, roupas e acessórios diversos`, esclareceu Adan.
Integrante do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), o Geppi deverá ser transformado numa delegacia especializada no combate à pirataria, segundo informou o diretor do DCCP, delegado Arthur Gallas. Ele salienta que, a partir da criação do grupo, em maio deste ano, as ações de combate à falsificação e ao desrespeito à propriedade industrial foram intensificadas em todo o Estado. `O foco do grupo não é apenas o camelô que vende a mercadoria, mas sim a área de produção, que lucra mais com a atividade e comanda todo o processo de falsificação`, assinala.
Fonte: Agecom
14/08/07