12/03/2009
A rodovia será totalmente restaurada e receberá um pavimento de boa qualidade: Concreto Betuminoso Usinado à Quente (CBUQ). Os serviços, que custarão aproximadamente R$ 71 milhões, serão iniciados imediatamente e concluídos em um prazo de 12 meses. A empresa também fica responsável por mais quatro anos de conservação, assegurando a qualidade dos serviços e prolongando a vida útil da rodovia.
De acordo com Batista Neves, a iniciativa vai melhorar o tráfego também na BR 101 devido à interligação da rodovia com a BA 046. 'Com isso, vamos revitalizar a Ilha de Itaparica, dando uma alavancada no turismo e, consequentemente, na economia da Ilha que, devido ao surgimento de novas rotas turísticas somado à deterioração da estrada perdeu a preferência dos visitantes', disse, ressaltando que a Secretaria, através do Derba, já está atuando em outro segmento da BA 001: Itacaré/Camamu.
'Sem dúvida, esse é apenas o início de um trabalho que será um marco para a Bahia, pois além de incrementar o potencial turístico da região os maiores beneficiados são os moradores da área que terão como escoar sua produção e trafegar com maior rapidez e segurança', enfatizou Tufic.
As ações do Premar não param por aí. Ao todo, serão mais de 1200 quilômetros recuperados em todo o Estado, perfazendo um investimento de US$ 186 milhões - sendo US$ 100 milhões financiados pelo Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento (Bird) e US$ 86 milhões dos cofres do Estado.
As próximas rodovias a serem contempladas pelo programa são: BA 052 (Xique-Xique/Porto Feliz); BA 148 (Irecê/Lapão), BA 432 (Irecê/Carne Assada); BA 172 (Javi/Santa Maria da Vitória); BA 160 (Xique-Xique/Barra); BA 263 (Vitória da Conquista/ Itambé); BA 156 (Livramento/ BA 152 e BA 152/ BR 242 Bom Sucesso); BA 148 (Brumado/ Livramento) e BA 262 (Brumado/ Vitória da Conquista).
Numa segunda etapa, o programa vai recuperar outros 911,3 quilômetros de estradas. 'Em suma, o Premar vai atuar nos chamados Corredores Estruturantes, dando 'cara nova' às estradas baianas. Foi isto que motivou o governador Jaques Wagner ir a Washington, em 2007, assinar o acordo com o Bird', observou Batista Neves.