14/08/2007
Considerado um dos três piores do País, em termos de segurança de vôos, o Aeroporto de Ilhéus, a 462 quilômetros de Salvador, vai ser desativado e, a 10 quilômetros do atual, na rodovia Ilhéus/Itacaré, será construído um novo, com uma pista para pouso e decolagem de três mil metros de extensão, contra os atuais 1.574 metros.
O valor da obra é de R$ 155 milhões e a construção deverá ser iniciada no início do próximo ano. Conforme explicou o secretário Batista Neves, a área onde será construído o novo aeroporto, que vai ser desapropriada pelo Estado até o final do próximo mês, já teve esboço apresentado à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que aprovou o projeto.
Ainda segundo o secretário Batista Neves, o aeroporto de Porto Seguro, o segundo maior do Estado em movimento de aeronaves e passageiros, e que é operado pela iniciativa privada, vai ser ampliado em 300 metros de pista, a depender da liberação de parte do terreno situado no sítio histórico da cidade, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Caso isso não seja feito, já há um projeto para a construção de um novo aeroporto, a 10 quilômetros da cidade, na localidade de Pindorama, próximo à rodovia Porto Seguro/Eunápolis, cujos recursos são de R$ 150 milhões.
MUDANÇAS - Representantes do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea) apresentaram ontem ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, uma pauta com cinco reivindicações que já tinham sido encaminhadas à Agência Nacional da Aviação Civil (Anac).
As companhias defendem a manutenção de 44 slots - quantidade de intervalos de pouso e decolagem no aeroporto de Congonhas - e não os 33 slots, como foi estabelecido na reunião do Conselho de Aviação Civil (Conac).
O segundo pedido dos representantes das empresas é a definição de um tempo mínimo de uma hora para conexão em Congonhas para os passageiros.
As empresas também querem mudar a regra que define que a partir de Congonhas só poderão ser realizados vôos com duração de duas horas do local de origem. As companhias querem que essa distância seja trocada para 1.500 quilômetros.
O quarto pedido é de que haja proporcionalidade de transferência dos slots de Congonhas para Cumbica, em Guarulhos, enquanto a pista principal de Congonhas estiver em reparos com a instalação das ranhuras que ajudam no escoamento da água.
O último pedido é de que, no caso do aeroporto internacional de Guarulhos, seja desconsiderado o slot do trecho voado. Assim, um slot para Santa Catarina pode se transformar em um slot para Londres. Com isso, a companhia poderia usar o horário de vôo para colocar o avião para seguir para qualquer lugar - do País ou do mundo.
Isto significa que a companhia aérea, a partir do aeroporto de Guarulhos, poderia escolher o local do destino no horário do vôo. Uma das regras do Conac proíbe novas concessões de vôos para o exterior a partir de Cumbica, em Guar ulhos.
Se a proposta das empresas for aprovada, a companhia poderá cancelar um vôo previsto para dentro do País e substituir por outro para o exterior. O ministro Nelson Jobim pediu às empresas argumentos jurídicos e técnicos sobre a proposta.
Fonte: Jornal A Tarde
14/08/07
O valor da obra é de R$ 155 milhões e a construção deverá ser iniciada no início do próximo ano. Conforme explicou o secretário Batista Neves, a área onde será construído o novo aeroporto, que vai ser desapropriada pelo Estado até o final do próximo mês, já teve esboço apresentado à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que aprovou o projeto.
Ainda segundo o secretário Batista Neves, o aeroporto de Porto Seguro, o segundo maior do Estado em movimento de aeronaves e passageiros, e que é operado pela iniciativa privada, vai ser ampliado em 300 metros de pista, a depender da liberação de parte do terreno situado no sítio histórico da cidade, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Caso isso não seja feito, já há um projeto para a construção de um novo aeroporto, a 10 quilômetros da cidade, na localidade de Pindorama, próximo à rodovia Porto Seguro/Eunápolis, cujos recursos são de R$ 150 milhões.
MUDANÇAS - Representantes do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea) apresentaram ontem ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, uma pauta com cinco reivindicações que já tinham sido encaminhadas à Agência Nacional da Aviação Civil (Anac).
As companhias defendem a manutenção de 44 slots - quantidade de intervalos de pouso e decolagem no aeroporto de Congonhas - e não os 33 slots, como foi estabelecido na reunião do Conselho de Aviação Civil (Conac).
O segundo pedido dos representantes das empresas é a definição de um tempo mínimo de uma hora para conexão em Congonhas para os passageiros.
As empresas também querem mudar a regra que define que a partir de Congonhas só poderão ser realizados vôos com duração de duas horas do local de origem. As companhias querem que essa distância seja trocada para 1.500 quilômetros.
O quarto pedido é de que haja proporcionalidade de transferência dos slots de Congonhas para Cumbica, em Guarulhos, enquanto a pista principal de Congonhas estiver em reparos com a instalação das ranhuras que ajudam no escoamento da água.
O último pedido é de que, no caso do aeroporto internacional de Guarulhos, seja desconsiderado o slot do trecho voado. Assim, um slot para Santa Catarina pode se transformar em um slot para Londres. Com isso, a companhia poderia usar o horário de vôo para colocar o avião para seguir para qualquer lugar - do País ou do mundo.
Isto significa que a companhia aérea, a partir do aeroporto de Guarulhos, poderia escolher o local do destino no horário do vôo. Uma das regras do Conac proíbe novas concessões de vôos para o exterior a partir de Cumbica, em Guar ulhos.
Se a proposta das empresas for aprovada, a companhia poderá cancelar um vôo previsto para dentro do País e substituir por outro para o exterior. O ministro Nelson Jobim pediu às empresas argumentos jurídicos e técnicos sobre a proposta.
Fonte: Jornal A Tarde
14/08/07