17/08/2007
A Secretaria da Educação (SEC) vai realizar mutirões em 50 escolas da capital para reparos em pintura, reboco e jardinagem dos prédios.
A idéia é mobilizar a comunidade em força-tarefa com o objetivo de proporcionar maior bem-estar à comunidade escolar. Para isto, o órgão está destinando recursos na ordem de R$ 560 mil.
O trabalho começa neste final de semana nas escolas Alberto Santos Dumont (Pirajá), Assis Chateaubriand e Edson Carneiro (São Caetano) e Márcia Meccia (Mata escura). Amanhã, serão realizados reparos apenas na estrutura externa, para não prejudicar a reposição de aulas no ensino médio e, no domingo, nas áreas internas.
Para sanar os problemas de estrutura das escolas de toda a rede seriam necessários, pelo menos, R$ 12 milhões. No entanto, mesmo com o orçamento deficitário, a secretaria pretende realizar reparos em mil escolas da rede até o final deste ano.
Equipes de engenheiros estão visitando as unidades para levantar as necessidades e saber se os diretores têm interesse em mobilizar a comunidade na força-tarefa.
Os recursos são limitados em R$ 5,6 mil por estabelecimento. `É preciso mobilizar a comunidade para a necessidade de preservar a escola`, avalia o superintendente de Organização e Atendimento da Rede Escolar, José Maria de Abreu.
Em um primeiro momento, a SEC elegeu como prioridade as demandas que colocavam em risco a segurança. O primeiro passo foi liberar recursos para 300 escolas que não apresentavam as instalações em condições de iniciar o ano letivo.
Seguindo a filosofia da prevenção, a Superintendência de Organização e Atendimento da Rede Escolar (Supec) autorizou, antes do período de chuvas, a realização de reparos em muros que apresentavam risco de desabar.
Ao todo, foram feitas intervenções em sete escolas da capital e uma em Simões Filho.
Outra demanda crítica é a da rede elétrica. Isso ocorreu porque, muitas vezes, quando a escola foi construída, não se adequou a estrutura física aos equipamentos que seriam instalados nos prédios, como computadores, retroprojetores, ar-condicionado, entre outros.
Problema até no telhado
Rede física sucateada e um déficit de R$ 16 milhões. Esse foi o cenário encontrado pela nova gestão ao assumir a SEC. Das 1.753 escolas, todas necessitavam de algum tipo de intervenção, de grande ou pequeno porte.
A maioria delas com problemas nas redes hidráulica e elétrica, nos telhados, falta de esquadrias e necessidade de pintura.
Fonte: Diário Oficial
17/08/07
A idéia é mobilizar a comunidade em força-tarefa com o objetivo de proporcionar maior bem-estar à comunidade escolar. Para isto, o órgão está destinando recursos na ordem de R$ 560 mil.
O trabalho começa neste final de semana nas escolas Alberto Santos Dumont (Pirajá), Assis Chateaubriand e Edson Carneiro (São Caetano) e Márcia Meccia (Mata escura). Amanhã, serão realizados reparos apenas na estrutura externa, para não prejudicar a reposição de aulas no ensino médio e, no domingo, nas áreas internas.
Para sanar os problemas de estrutura das escolas de toda a rede seriam necessários, pelo menos, R$ 12 milhões. No entanto, mesmo com o orçamento deficitário, a secretaria pretende realizar reparos em mil escolas da rede até o final deste ano.
Equipes de engenheiros estão visitando as unidades para levantar as necessidades e saber se os diretores têm interesse em mobilizar a comunidade na força-tarefa.
Os recursos são limitados em R$ 5,6 mil por estabelecimento. `É preciso mobilizar a comunidade para a necessidade de preservar a escola`, avalia o superintendente de Organização e Atendimento da Rede Escolar, José Maria de Abreu.
Em um primeiro momento, a SEC elegeu como prioridade as demandas que colocavam em risco a segurança. O primeiro passo foi liberar recursos para 300 escolas que não apresentavam as instalações em condições de iniciar o ano letivo.
Seguindo a filosofia da prevenção, a Superintendência de Organização e Atendimento da Rede Escolar (Supec) autorizou, antes do período de chuvas, a realização de reparos em muros que apresentavam risco de desabar.
Ao todo, foram feitas intervenções em sete escolas da capital e uma em Simões Filho.
Outra demanda crítica é a da rede elétrica. Isso ocorreu porque, muitas vezes, quando a escola foi construída, não se adequou a estrutura física aos equipamentos que seriam instalados nos prédios, como computadores, retroprojetores, ar-condicionado, entre outros.
Problema até no telhado
Rede física sucateada e um déficit de R$ 16 milhões. Esse foi o cenário encontrado pela nova gestão ao assumir a SEC. Das 1.753 escolas, todas necessitavam de algum tipo de intervenção, de grande ou pequeno porte.
A maioria delas com problemas nas redes hidráulica e elétrica, nos telhados, falta de esquadrias e necessidade de pintura.
Fonte: Diário Oficial
17/08/07