23/10/2007
A movimentação de cargas nos portos de Salvador, Ilhéus e Aratu atingiu em setembro a melhor marca mensal deste ano, um volume total de 1,29 milhão de toneladas, apresentando incremento de 22,9% em relação ao balanço registrado no mês de agosto.
Segundo dados da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), a unidade portuária que mais se destacou foi a de Aratu, com 677 mil toneladas, a melhor movimentação mensal da sua história, com crescimento de 30% comparado ao mês anterior. Enquanto isso, em Salvador foram movimentadas 266 mil toneladas e em Ilhéus 86 mil.
De acordo com o diretor executivo da Associação de Usuários dos Portos da Bahia (Usuport), Paulo Villa, o aumento da movimentação é um reflexo direto da força da economia baiana. Para ele, a entrada de novas plantas industriais, novos produtos, além do crescimento do volume de produtos tradicionais, ajudaram a alavancar o saldo positivo. `Tivemos um crescimento nas exportações de pneus, fertilizantes e carvão`, afirma, complementando que alguns números foram tão expressivos que já registraram acréscimo superior a 100% em relação ao ano passado.
No porto de Salvador, a movimentação de carga acumulada até setembro é de 2,278 milhões de toneladas. Segundo a Codeba, circularam 105 mil contêineres, com excelente participação das frutas, equipamentos automotivos, produtos petroquímicos e alimentos. Em Ilhéus, o montante é de 630 mil toneladas contra 567 mil em igual período de 2006. Os destaques são embarques da soja (farelo e grãos) e desembarque de amêndoa do cacau. Já o volume de carga em Aratu totalizou 5,71 milhões de toneladas, contra 3,889 milhões no ano passado.
Apesar dos resultados positivos, Villa destaca que está faltando capacidade de atendimento nos três portos da Bahia, principalmente em Aratu e na capital baiana. `Em Aratu está faltando espaço para granéis sólidos, líquidos e produtos gasosos`, garante, afirmando que isso tem gerado filas de espera para os navios. Segundo ele, os prejuízos para os usuários superam R$70 milhões por ano em Aratu e R$150 milhões em Salvador. `O maior problema na unidade da capital é a falta de capacidade de atendimento para carga conteinerizada, que atualmente é responsável por 90% da movimentação total do porto`, finaliza.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
23/10/07
Segundo dados da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), a unidade portuária que mais se destacou foi a de Aratu, com 677 mil toneladas, a melhor movimentação mensal da sua história, com crescimento de 30% comparado ao mês anterior. Enquanto isso, em Salvador foram movimentadas 266 mil toneladas e em Ilhéus 86 mil.
De acordo com o diretor executivo da Associação de Usuários dos Portos da Bahia (Usuport), Paulo Villa, o aumento da movimentação é um reflexo direto da força da economia baiana. Para ele, a entrada de novas plantas industriais, novos produtos, além do crescimento do volume de produtos tradicionais, ajudaram a alavancar o saldo positivo. `Tivemos um crescimento nas exportações de pneus, fertilizantes e carvão`, afirma, complementando que alguns números foram tão expressivos que já registraram acréscimo superior a 100% em relação ao ano passado.
No porto de Salvador, a movimentação de carga acumulada até setembro é de 2,278 milhões de toneladas. Segundo a Codeba, circularam 105 mil contêineres, com excelente participação das frutas, equipamentos automotivos, produtos petroquímicos e alimentos. Em Ilhéus, o montante é de 630 mil toneladas contra 567 mil em igual período de 2006. Os destaques são embarques da soja (farelo e grãos) e desembarque de amêndoa do cacau. Já o volume de carga em Aratu totalizou 5,71 milhões de toneladas, contra 3,889 milhões no ano passado.
Apesar dos resultados positivos, Villa destaca que está faltando capacidade de atendimento nos três portos da Bahia, principalmente em Aratu e na capital baiana. `Em Aratu está faltando espaço para granéis sólidos, líquidos e produtos gasosos`, garante, afirmando que isso tem gerado filas de espera para os navios. Segundo ele, os prejuízos para os usuários superam R$70 milhões por ano em Aratu e R$150 milhões em Salvador. `O maior problema na unidade da capital é a falta de capacidade de atendimento para carga conteinerizada, que atualmente é responsável por 90% da movimentação total do porto`, finaliza.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
23/10/07