24/04/2008
A Petrobras - Unidade de Negócio de Exploração e Produção da Bahia - divulgou que recebeu licença prévia para perfuração do bloco BM-CAL-6. Localizado na bacia de Camamu-Almada, que totaliza área de 22.900 km², onde há acumulações de óleo e gás. O bloco, de 1.117 km², pertence à Petrobras, que é a sócia majoritária, e às empresas Queiroz Galvão, El Paso e Petroserv.
Contatada pela reportagem de A TARDE, a empresa disse, por meio da assessoria de imprensa, que não iria se pronunciar nesse momento sobre o assunto e que a potencialidade do bloco ainda estaria em estudo. De acordo com a assessoria de imprensa da El Paso, a empresa buscaria mais informações junto ao departamento jurídico, para depois se manifestar.
Em passagem por Salvador, onde participou de uma palestra na Faculdade de Ciências Econômica, da Universidade Federal da Bahia (Ufba), o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse que a área a ser perfurada é sensível do ponto de vista ambiental e que a licença estabelece certos condicionantes. `A política nacional hoje da empresa é ter o mínimo de queima de resíduos.
Mas isso é depois da fase de produção, não durante a exploração`, afirmou.
Gabrielli externou ainda problemas enfrentados na perfuração, como a dificuldade de encontrar sondas no mercado. `A perfuração de poços na costa baiana depende de licenciamento ambiental e da disponibilidade de sondas. Na medida em que forem saindo os licenciamentos ambientais, nós vamos viabilizando soluções para conseguir as sondas. Porque hoje está havendo uma dificuldade muito grande para encontrar sonda, que é um recurso escasso no mercado de petróleo mundial`, declarou o presidente da estatal brasileira.
Fonte: Jornal A Tarde
Repórter: JOSIANE SCHULZ
jschulz@grupoatarde.com.br
Em 24/04/2008.
Contatada pela reportagem de A TARDE, a empresa disse, por meio da assessoria de imprensa, que não iria se pronunciar nesse momento sobre o assunto e que a potencialidade do bloco ainda estaria em estudo. De acordo com a assessoria de imprensa da El Paso, a empresa buscaria mais informações junto ao departamento jurídico, para depois se manifestar.
Em passagem por Salvador, onde participou de uma palestra na Faculdade de Ciências Econômica, da Universidade Federal da Bahia (Ufba), o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse que a área a ser perfurada é sensível do ponto de vista ambiental e que a licença estabelece certos condicionantes. `A política nacional hoje da empresa é ter o mínimo de queima de resíduos.
Mas isso é depois da fase de produção, não durante a exploração`, afirmou.
Gabrielli externou ainda problemas enfrentados na perfuração, como a dificuldade de encontrar sondas no mercado. `A perfuração de poços na costa baiana depende de licenciamento ambiental e da disponibilidade de sondas. Na medida em que forem saindo os licenciamentos ambientais, nós vamos viabilizando soluções para conseguir as sondas. Porque hoje está havendo uma dificuldade muito grande para encontrar sonda, que é um recurso escasso no mercado de petróleo mundial`, declarou o presidente da estatal brasileira.
Fonte: Jornal A Tarde
Repórter: JOSIANE SCHULZ
jschulz@grupoatarde.com.br
Em 24/04/2008.