12/06/2008
Com a proximidade da mais tradicional festa popular nordestina, a Coordenação Estadual de Defesa Civil (Cordec) deu início, terça feira (10), à Operação Festejos Juninos. Em ação conjunta com Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária, Polícia Civil, comissões municipais de Defesa Civil e outros órgãos, equipes de plantão estarão em cerca de cem municípios, vistoriando barracas que comercializam fogos de artifício e as áreas onde acontece a festa.
O objetivo da operação é reduzir ou minimizar os riscos a que estão expostas as pessoas. Segundo o coordenador da Cordec, Antônio Rodrigues, nesse período, quando se intensificam as atividades relacionadas à utilização de produtos explosivos, aumenta, significativamente, a incidência de acidentes.
Em parceria com as polícias rodoviárias Estadual e Federal e com a Secretaria da Fazenda, a Cordec também vai intensificar a fiscalização do transporte de cargas nas BRs 101 e 116, e nas interligações das rodovias estaduais.
Além da vistoria e da fiscalização, a Defesa Civil está distribuindo material informativo como cartilhas, cartazes e folders, orientando sobre como evitar acidentes nas mais diversas situações, além das questões legais relacionadas ao fabrico, transporte e comercialização do produto. A ação tem como prioridade as regiões do Recôncavo, sudoeste, sul e nordeste do estado. Entre as cidades assistidas - onde os festejos são de médio e grande porte - estão Santo Antônio de Jesus, Cruz das Almas, Senhor do Bonfim e Barreiras.
Estudos da Cordec definem como as principais causas de acidentes com fogos, a fabricação clandestina nos fundos dos quintais das casas, a falta de conhecimento sobre o manuseio desses produtos e o armazenamento de materiais explosivos em locais inadequados.
Também apresentam perigo, o transporte clandestino e negligente, a utilização da mão de obra infantil, e, durante os festejos, a utilização de fogos sem os devidos equipamentos de proteção.
Acidente fatal
Os esforços são no sentido de evitar a repetição da tragédia ocorrida no dia 11 de dezembro de 1998, quando uma explosão numa fábrica de fogos no município de Santo Antônio de Jesus, matou 64 pessoas - a maioria mulheres e crianças, deixando apenas cinco sobreviventes, com gravíssimas lesões. A fábrica de fogos armazenava material explosivo ilegalmente e produzia fogos de artifício sem quaisquer condições de segurança.
Fonte: Agecom
Em 12/06/2008.
O objetivo da operação é reduzir ou minimizar os riscos a que estão expostas as pessoas. Segundo o coordenador da Cordec, Antônio Rodrigues, nesse período, quando se intensificam as atividades relacionadas à utilização de produtos explosivos, aumenta, significativamente, a incidência de acidentes.
Em parceria com as polícias rodoviárias Estadual e Federal e com a Secretaria da Fazenda, a Cordec também vai intensificar a fiscalização do transporte de cargas nas BRs 101 e 116, e nas interligações das rodovias estaduais.
Além da vistoria e da fiscalização, a Defesa Civil está distribuindo material informativo como cartilhas, cartazes e folders, orientando sobre como evitar acidentes nas mais diversas situações, além das questões legais relacionadas ao fabrico, transporte e comercialização do produto. A ação tem como prioridade as regiões do Recôncavo, sudoeste, sul e nordeste do estado. Entre as cidades assistidas - onde os festejos são de médio e grande porte - estão Santo Antônio de Jesus, Cruz das Almas, Senhor do Bonfim e Barreiras.
Estudos da Cordec definem como as principais causas de acidentes com fogos, a fabricação clandestina nos fundos dos quintais das casas, a falta de conhecimento sobre o manuseio desses produtos e o armazenamento de materiais explosivos em locais inadequados.
Também apresentam perigo, o transporte clandestino e negligente, a utilização da mão de obra infantil, e, durante os festejos, a utilização de fogos sem os devidos equipamentos de proteção.
Acidente fatal
Os esforços são no sentido de evitar a repetição da tragédia ocorrida no dia 11 de dezembro de 1998, quando uma explosão numa fábrica de fogos no município de Santo Antônio de Jesus, matou 64 pessoas - a maioria mulheres e crianças, deixando apenas cinco sobreviventes, com gravíssimas lesões. A fábrica de fogos armazenava material explosivo ilegalmente e produzia fogos de artifício sem quaisquer condições de segurança.
Fonte: Agecom
Em 12/06/2008.