10/11/2008
A assinatura de protocolos de intenções entre o governo da Bahia e a Digitmedia, empresa vinculada a um grupo coreano de mídias regraváveis (CDs e DVDs), e as Casas Bahia deve gerar três mil empregos diretos no estado. No fim de semana, o governador Jaques Wagner e os empreendedores firmaram as parcerias no Gabinete Regional da Presidência, na Avenida Paulista, em São Paulo.
`Essas parcerias significam geração de emprego e renda para os baianos`, disse Wagner. Ele afirmou que esses acordos bilaterais fazem parte da política fiscal do governo estadual, que visa atrair novos investidores para fomentar o desenvolvimento econômico e social da Bahia.
`Não foi fácil encontrar um terreno adequado para a nossa globalizada empresa. Encontramos na Bahia a melhor infra-estrutura e os melhores incentivos fiscais`, explicou o presidente da Digitmedia, Jorge Yang.
Com investimentos iniciais de R$ 86 milhões, o grupo coreano pretende instalar uma fábrica no Centro Industrial do Subaé (CIS), em Feira de Santana. A previsão é que na primeira fase de implantação da Digitmedia sejam gerados 400 empregos diretos e mais 600 na segunda etapa, de expansão.
`Estamos investindo num equipamento de última geração para fabricar CDs e DVDs. Com esse equipamento, de tecnologia alemã, podemos também produzir o Blue Ray, considerada a mídia do futuro`, destacou o vice-presidente do grupo, Jorge Nam. Ele disse que até 2010 haverá uma grande explosão digital em nível mundial. `Nós, como indústria de ponta, estamos nos preparando para essa era vindoura. Vamos contribuir decisivamente para o renascimento digital na Bahia`, afirmou.
Centro de distribuição das Casas Bahia
Com investimentos de R$ 24 milhões, as Casas Bahia, rede varejista de móveis e eletrodomésticos, pretendem instalar um centro de distribuição na Via Parafuso, no município de Camaçari, e mais 30 lojas entre Salvador, região metropolitana e Feira de Santana. A expectativa é que mais dois mil empregos diretos sejam gerados com esses empreendimentos.
`Acreditamos que nosso centro de distribuição deve empregar 500 pessoas e em cada loja uma média de 50. Isso representará um total de dois mil empregos na região`, declarou o diretor-executivo das Casas Bahia, Michael Klein.
Presente em mais de 10 estados brasileiros, as Casas Bahia possuem mais de 560 lojas e 55 mil colaboradores. É hoje uma das maiores empresas empregadoras do país. Suas lojas concentram-se no Sul e no Sudeste do país.
Klein explicou o porquê da Bahia ainda não ter uma filial da empresa. `A rede nasceu no interior de São Paulo e se expandiu para o Sul, onde desenvolveu uma estrutura logística que permite distribuir as mercadorias sem onerar o frete, uma vez que nossa política é praticar preços acessíveis a todas as camadas sociais, principalmente à população de baixa renda`, declarou.
O centro de distribuição da Via Parafuso será o primeiro do Nordeste do país. `Nossa meta é cobrir todo o Brasil`, disse Klein.
Homenagem aos fregueses baianos
Fundador das Casas Bahia, Samuel Klein nasceu em 1923, na Polônia, num povoado católico anti-semita. Em 1952 veio para o Brasil com a família. Em São Paulo, onde se estabeleceu, iniciou sua carreira de mascate - vendia artigos de cama, mesa e banho de porta em porta.
Seus principais clientes eram retirantes vindos da Bahia. Em 1957 funda sua primeira loja e batiza com o nome de Casas Bahia, em homenagem aos seus fregueses baianos.
Fonte: Agecom
Em 10/11/2008.
`Essas parcerias significam geração de emprego e renda para os baianos`, disse Wagner. Ele afirmou que esses acordos bilaterais fazem parte da política fiscal do governo estadual, que visa atrair novos investidores para fomentar o desenvolvimento econômico e social da Bahia.
`Não foi fácil encontrar um terreno adequado para a nossa globalizada empresa. Encontramos na Bahia a melhor infra-estrutura e os melhores incentivos fiscais`, explicou o presidente da Digitmedia, Jorge Yang.
Com investimentos iniciais de R$ 86 milhões, o grupo coreano pretende instalar uma fábrica no Centro Industrial do Subaé (CIS), em Feira de Santana. A previsão é que na primeira fase de implantação da Digitmedia sejam gerados 400 empregos diretos e mais 600 na segunda etapa, de expansão.
`Estamos investindo num equipamento de última geração para fabricar CDs e DVDs. Com esse equipamento, de tecnologia alemã, podemos também produzir o Blue Ray, considerada a mídia do futuro`, destacou o vice-presidente do grupo, Jorge Nam. Ele disse que até 2010 haverá uma grande explosão digital em nível mundial. `Nós, como indústria de ponta, estamos nos preparando para essa era vindoura. Vamos contribuir decisivamente para o renascimento digital na Bahia`, afirmou.
Centro de distribuição das Casas Bahia
Com investimentos de R$ 24 milhões, as Casas Bahia, rede varejista de móveis e eletrodomésticos, pretendem instalar um centro de distribuição na Via Parafuso, no município de Camaçari, e mais 30 lojas entre Salvador, região metropolitana e Feira de Santana. A expectativa é que mais dois mil empregos diretos sejam gerados com esses empreendimentos.
`Acreditamos que nosso centro de distribuição deve empregar 500 pessoas e em cada loja uma média de 50. Isso representará um total de dois mil empregos na região`, declarou o diretor-executivo das Casas Bahia, Michael Klein.
Presente em mais de 10 estados brasileiros, as Casas Bahia possuem mais de 560 lojas e 55 mil colaboradores. É hoje uma das maiores empresas empregadoras do país. Suas lojas concentram-se no Sul e no Sudeste do país.
Klein explicou o porquê da Bahia ainda não ter uma filial da empresa. `A rede nasceu no interior de São Paulo e se expandiu para o Sul, onde desenvolveu uma estrutura logística que permite distribuir as mercadorias sem onerar o frete, uma vez que nossa política é praticar preços acessíveis a todas as camadas sociais, principalmente à população de baixa renda`, declarou.
O centro de distribuição da Via Parafuso será o primeiro do Nordeste do país. `Nossa meta é cobrir todo o Brasil`, disse Klein.
Homenagem aos fregueses baianos
Fundador das Casas Bahia, Samuel Klein nasceu em 1923, na Polônia, num povoado católico anti-semita. Em 1952 veio para o Brasil com a família. Em São Paulo, onde se estabeleceu, iniciou sua carreira de mascate - vendia artigos de cama, mesa e banho de porta em porta.
Seus principais clientes eram retirantes vindos da Bahia. Em 1957 funda sua primeira loja e batiza com o nome de Casas Bahia, em homenagem aos seus fregueses baianos.
Fonte: Agecom
Em 10/11/2008.