09/01/2009
A inflação oficial medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo(IPCA) fechou 2008 em alta de 5,9%, abaixo do teto da meta, que era de 6,5%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), nesta sexta-feira,9. O resultado veio dentro das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (0,24% a 0,36%) e abaixo da mediana de 0,31%.
A inflação foi a menor para o mês apurada pelo IBGE desde o início do Plano Real, em 1994, segundo destacou a coordenadora de índices de preços, Eulina Nunes dos Santos. Ela sublinhou que houve uma `desaceleração significativa` no índice de novembro (0,36%) para dezembro e admitiu que, no que diz respeito à inflação, a crise tem tido efeitos benéficos, com a queda nos preços de commodities e a dificuldade de repasse da alta do dólar, no varejo, por causa da redução da demanda.
Eulina destacou também a forte desaceleração nos reajustes dos produtos alimentícios (0,61% em novembro para 0,36% em dezembro) e explicou que os produtos com alta mais forte em dezembro, como tomate (34,11%), cebola (11,08%) e cenoura (4,73%) responderam a problemas climáticos e não a movimentos de mercado.
Em 2007, o IPCA havia acumulado alta de 4,46%, pouco abaixo do centro da meta daquele ano, também de 4,5%. Para o resultado do IPCA em 2008, as projeções variavam de 5,86% a 5,99%, com mediana de 5,93%.
O ritmo menor da alta dos preços no último bimestre impediu que a inflação rompesse o limite da meta, depois de outubro ter registrado inflação de 6,41% no acumulado em 12 meses.
Os produtos alimentícios desaceleraram os reajustes de preços e registraram alta de 0,36% no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de dezembro, ante 0,61% em novembro, segundo o IBGE.
No acumulado de 2008, os alimentos subiram 11,11% e contribuíram, sozinhos, com 2,42 pontos percentuais, ou 41% do IPCA do ano.
Repórter: Jacqueline Farid
Fonte: Agência Estado/Reuters
Em 9/01/2008.
A inflação foi a menor para o mês apurada pelo IBGE desde o início do Plano Real, em 1994, segundo destacou a coordenadora de índices de preços, Eulina Nunes dos Santos. Ela sublinhou que houve uma `desaceleração significativa` no índice de novembro (0,36%) para dezembro e admitiu que, no que diz respeito à inflação, a crise tem tido efeitos benéficos, com a queda nos preços de commodities e a dificuldade de repasse da alta do dólar, no varejo, por causa da redução da demanda.
Eulina destacou também a forte desaceleração nos reajustes dos produtos alimentícios (0,61% em novembro para 0,36% em dezembro) e explicou que os produtos com alta mais forte em dezembro, como tomate (34,11%), cebola (11,08%) e cenoura (4,73%) responderam a problemas climáticos e não a movimentos de mercado.
Em 2007, o IPCA havia acumulado alta de 4,46%, pouco abaixo do centro da meta daquele ano, também de 4,5%. Para o resultado do IPCA em 2008, as projeções variavam de 5,86% a 5,99%, com mediana de 5,93%.
O ritmo menor da alta dos preços no último bimestre impediu que a inflação rompesse o limite da meta, depois de outubro ter registrado inflação de 6,41% no acumulado em 12 meses.
Os produtos alimentícios desaceleraram os reajustes de preços e registraram alta de 0,36% no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de dezembro, ante 0,61% em novembro, segundo o IBGE.
No acumulado de 2008, os alimentos subiram 11,11% e contribuíram, sozinhos, com 2,42 pontos percentuais, ou 41% do IPCA do ano.
Repórter: Jacqueline Farid
Fonte: Agência Estado/Reuters
Em 9/01/2008.