04/02/2009
Ao comentar a queda recorde da produção industrial em dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu ontem que a economia brasileira deve passar por um período de retração. Eu acho que a pesquisa industrial em dezembro, mais do que em outros meses, sempre cai mais. Eu trabalho com a hipótese de que nós poderemos ter uma retração na economia brasileira, mas não acredito que o Brasil sofra o mal que estão sofrendo os países desenvolvidos ¬ disse Lula. Em dezembro, a indústria brasileira sofreu a queda mais acentuada da produção já registrada, reflexo da retração da demanda em meio à crise financeira mundial.
O presidente também previu dificuldades neste primeiro trimestre do ano. ¬ Nos meses de janeiro, fevereiro e março a gente pode ter alguns problemas, mas estou convencido que, se tem algum país no mundo preparado para a economia se recuperar mais rapidamente, este país é o Brasil ¬ acrescentou. O presidente explicou que o recente aporte federal no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de R$ 100 bilhões destinado a empréstimos ao setor privado, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o plano de investimentos da Petrobras vão manter a economia do país em atividade.
¬ Estou convencido que no decorrer do ano, parte do prejuízo que tivemos em dezembro será compensado ¬ afirmou o presidente. O presidente confirmou, sem detalhar, que vai incluir os investimentos do pré-sal no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Investimentos da Petrobras
¬ Vamos manter o calen- dário de investimentos da Petrobras. Quem estiver apostando que o Brasil vai quebrar, vai quebrar a cara ¬ declarou o presidente Lula. A afirmação do mandatário ocorre um dia depois de o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, admitir cortar 35% dos investimentos previstos pela petroleira estatal para o período 2009-2013, caso não disponha de financiamento, no futuro.
Desde o agravamento da crise mundial, a Petrobras tem encontrado dificuldades de obter financiamento junto a instituições financeiras internacionais. O enxugamento das linhas de crédito obrigou a empresa a recorrer, em dezembro, a bancos públicos brasileiros. Tais operações provocaram polêmica até mesmo no Congresso Nacional. Na ocasião, o senador Tasso Jereissati interpelou o governo, no plenário da Casa, sobre tais empréstimos.
As operações ¬ com a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil ¬, na avaliação do senador, prejudicariam principalmente os clientes pessoa-física, que passariam a dispor de menor oferta de crédito. O governo defende o reforço do caixa da Petrobras sob argumento de que a estatal é fundamental para a continuidade dos investimentos do PAC.
Jornal do Brasil - 04/02/2009.
O presidente também previu dificuldades neste primeiro trimestre do ano. ¬ Nos meses de janeiro, fevereiro e março a gente pode ter alguns problemas, mas estou convencido que, se tem algum país no mundo preparado para a economia se recuperar mais rapidamente, este país é o Brasil ¬ acrescentou. O presidente explicou que o recente aporte federal no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de R$ 100 bilhões destinado a empréstimos ao setor privado, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o plano de investimentos da Petrobras vão manter a economia do país em atividade.
¬ Estou convencido que no decorrer do ano, parte do prejuízo que tivemos em dezembro será compensado ¬ afirmou o presidente. O presidente confirmou, sem detalhar, que vai incluir os investimentos do pré-sal no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Investimentos da Petrobras
¬ Vamos manter o calen- dário de investimentos da Petrobras. Quem estiver apostando que o Brasil vai quebrar, vai quebrar a cara ¬ declarou o presidente Lula. A afirmação do mandatário ocorre um dia depois de o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, admitir cortar 35% dos investimentos previstos pela petroleira estatal para o período 2009-2013, caso não disponha de financiamento, no futuro.
Desde o agravamento da crise mundial, a Petrobras tem encontrado dificuldades de obter financiamento junto a instituições financeiras internacionais. O enxugamento das linhas de crédito obrigou a empresa a recorrer, em dezembro, a bancos públicos brasileiros. Tais operações provocaram polêmica até mesmo no Congresso Nacional. Na ocasião, o senador Tasso Jereissati interpelou o governo, no plenário da Casa, sobre tais empréstimos.
As operações ¬ com a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil ¬, na avaliação do senador, prejudicariam principalmente os clientes pessoa-física, que passariam a dispor de menor oferta de crédito. O governo defende o reforço do caixa da Petrobras sob argumento de que a estatal é fundamental para a continuidade dos investimentos do PAC.
Jornal do Brasil - 04/02/2009.