11/05/2007
LA PAZ - A Braskem, maior petroquímica da América Latina, anunciou na quinta-feira, 10, que decidiu continuar negociando investimento de US$ 1,5 bilhão na Bolívia destinado à fabricação de polietileno e outros produtos a partir do gás natural.
`Este projeto de industrialização do gás boliviano é o mesmo projeto que estamos discutindo com o governo boliviano desde 2003`, disse o vice-presidente de Projetos Internacionais da Braskem, Roberto Ramos, depois de uma reunião com o ministro de Hidrocarbonetos, Carlos Villegas..
O presidente boliviano, Evo Morales, confirmou a negociação do projeto petroquímico em um ato noturno no qual anunciou a recompra de duas refinarias que nos últimos sete anos estiveram nas mãos da Petrobras..
Morales disse que considera a criação de uma empresa estatal de industrialização de gás, que seria homóloga às companhias estrangeiras que investem nesse setor no país..
Ramos disse que o projeto da Braskem foi colocado novamente em consideração este ano, depois de uma visita de Morales a Brasília. O projeto estava suspenso desde 2003, quando uma onda de instabilidade política provocou a queda do governo de Gonzalo Sánchez de Lozada..
O executivo da gigante petroquímica disse que o projeto na Bolívia utilizará cerca de 5 milhões de metros cúbicos diários de gás natural, equivalentes a um sexto das atuais exportações desse recurso ao mercado brasileiro..
`Estivemos aqui para falar do projeto (...) e vamos embora muito satisfeitos`, afirmou Ramos, ao anunciar que dentro de um mês haverá novas conversas sobre o plano..
Consultado sobre se a Braskem deseja investir na Bolívia apesar da política de nacionalizações de Morales, ele disse que não vê motivos para preocupação..
`As relações entre Bolívia e Brasil são de mais de 400 anos. Não acreditamos que questões que possam aparecer em um dia tenham impacto nessas relações`, acrescentou..
FONTE: Reuters/Estado de São Paulo Em 11/05/2007.
`Este projeto de industrialização do gás boliviano é o mesmo projeto que estamos discutindo com o governo boliviano desde 2003`, disse o vice-presidente de Projetos Internacionais da Braskem, Roberto Ramos, depois de uma reunião com o ministro de Hidrocarbonetos, Carlos Villegas..
O presidente boliviano, Evo Morales, confirmou a negociação do projeto petroquímico em um ato noturno no qual anunciou a recompra de duas refinarias que nos últimos sete anos estiveram nas mãos da Petrobras..
Morales disse que considera a criação de uma empresa estatal de industrialização de gás, que seria homóloga às companhias estrangeiras que investem nesse setor no país..
Ramos disse que o projeto da Braskem foi colocado novamente em consideração este ano, depois de uma visita de Morales a Brasília. O projeto estava suspenso desde 2003, quando uma onda de instabilidade política provocou a queda do governo de Gonzalo Sánchez de Lozada..
O executivo da gigante petroquímica disse que o projeto na Bolívia utilizará cerca de 5 milhões de metros cúbicos diários de gás natural, equivalentes a um sexto das atuais exportações desse recurso ao mercado brasileiro..
`Estivemos aqui para falar do projeto (...) e vamos embora muito satisfeitos`, afirmou Ramos, ao anunciar que dentro de um mês haverá novas conversas sobre o plano..
Consultado sobre se a Braskem deseja investir na Bolívia apesar da política de nacionalizações de Morales, ele disse que não vê motivos para preocupação..
`As relações entre Bolívia e Brasil são de mais de 400 anos. Não acreditamos que questões que possam aparecer em um dia tenham impacto nessas relações`, acrescentou..
FONTE: Reuters/Estado de São Paulo Em 11/05/2007.