02/08/2007
Edílson dos Santos, 29 anos, paciente do Hospital Juliano Moreira, em Salvador, tem uma previsão otimista para o futuro: `O artesanato vai sustentar a minha família.`
O aprendiz de artesão, que trabalha com a técnica de cestaria há pouco mais de 10 meses, integra o Projeto Social Criamundo, parceiro do Instituto de Artesanato Visconde de Mauá, unidade da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre).
Objetos em cestaria, velas ornamentais e aromáticas, sabonetes glicerinados, sais de banho e materiais confeccionados a partir de papel reciclado (cadernos, blocos, cartões) são alguns dos produtos criados pelos pacientes da unidade de saúde.
Edílson se sente feliz com a oportunidade de criar e obter renda com o seu trabalho, e ressaltou a predileção pela técnica que escolheu.
Para a supervisora do Mauá no Projeto Criamundo, Celeste Dantas, o estímulo ao trabalho desenvolvido por estas pessoas com transtorno mental é um importante passo para a reintegração social. `É permitir um novo olhar sobre o paciente por parte da família e da comunidade.`
Os produtos são expostos na Feira Baiana de Artesanato, que no outono/inverno acontece quinzenalmente, na Cabana da Barra (em frente ao Farol da Barra). A feira oferece oportunidade de trabalho e renda aos artesãos mais antigos e aos de primeira viagem.
Um exemplo é a artesã Gaia Grasselle, 41 anos. A chuva incessante no último domingo não a impediu de sair da Reserva da Sapiranga, em Praia do Forte, para participar pela primeira vez da feira. `Vivo no meio do mato, num lugar isolado e ainda não conhecia a feira`, diz.
Ao lado do marido, o italiano Paolo Grasselle, ela desenvolve peças feitas com palha de coqueiro e fibras da fruta. `É um trabalho que requer bastante sensibilidade e atenção, pois o belo já está pronto na natureza. É preciso apenas saber enxergar`, explica Gaya.
Fonte: Diário Oficial
02/08/07
O aprendiz de artesão, que trabalha com a técnica de cestaria há pouco mais de 10 meses, integra o Projeto Social Criamundo, parceiro do Instituto de Artesanato Visconde de Mauá, unidade da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre).
Objetos em cestaria, velas ornamentais e aromáticas, sabonetes glicerinados, sais de banho e materiais confeccionados a partir de papel reciclado (cadernos, blocos, cartões) são alguns dos produtos criados pelos pacientes da unidade de saúde.
Edílson se sente feliz com a oportunidade de criar e obter renda com o seu trabalho, e ressaltou a predileção pela técnica que escolheu.
Para a supervisora do Mauá no Projeto Criamundo, Celeste Dantas, o estímulo ao trabalho desenvolvido por estas pessoas com transtorno mental é um importante passo para a reintegração social. `É permitir um novo olhar sobre o paciente por parte da família e da comunidade.`
Os produtos são expostos na Feira Baiana de Artesanato, que no outono/inverno acontece quinzenalmente, na Cabana da Barra (em frente ao Farol da Barra). A feira oferece oportunidade de trabalho e renda aos artesãos mais antigos e aos de primeira viagem.
Um exemplo é a artesã Gaia Grasselle, 41 anos. A chuva incessante no último domingo não a impediu de sair da Reserva da Sapiranga, em Praia do Forte, para participar pela primeira vez da feira. `Vivo no meio do mato, num lugar isolado e ainda não conhecia a feira`, diz.
Ao lado do marido, o italiano Paolo Grasselle, ela desenvolve peças feitas com palha de coqueiro e fibras da fruta. `É um trabalho que requer bastante sensibilidade e atenção, pois o belo já está pronto na natureza. É preciso apenas saber enxergar`, explica Gaya.
Fonte: Diário Oficial
02/08/07