30/11/2007
Cerca de 14 toneladas de madeira nativa, 300 toros de pau-d`arco extraídos ilegalmente para a produção de carvão e 50 metros de carvão foram as principais apreensões da 15ª operação da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) na Bacia Hidrográfica do São Francisco, na região de Guanambi.
A operação começou na segunda-feira (25) e acabou ontem (29), registrando inspeções em 60 instalações públicas e privadas, incluindo hospitais, sistemas de esgotamento sanitário, lixões, olarias, áreas de mineração, fazendas, mercados de carne, matadouros.
Para Adelaido Pereira, membro da FPI e especialista em Fiscalização do Centro de Recursos Ambientais (CRA), a quantidade de madeira apreendida é suficiente para carregar 40 caminhões. No total, foram vistoriados 14 caminhões com carregamento de carvão e sete foram apreendidos.
A FPI aplicou ainda multas de R$ 503 mil e emitiu cerca de nove termos de inspeção para apresentação de documentação regular e licenciamento ambiental de empresas, notificando duas pela ausência.
Jairo Vicente da Costa, do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia/Seção Bahia (Crea/BA), também membro da FPI, disse que as prefeituras das cidades vistoriadas receberam notificação do Crea pela má operação das áreas destinadas ao depósito de resíduos sólidos.
`Todos os lixões inspecionados foram notificados pela ausência de profissional de engenharia civil ou sanitária, responsável pela atividade regular do local`, explicou Vicente da Costa.
Audiência pública
O balanço final detalhado da atuação da operação será apresentado hoje (30), às 15h, à população, em audiência pública no Colégio-modelo Luís Eduardo Magalhães de Guanambi. Os municípios vistoriados foram, além de Guanambi, Caetité, Candiba, Jacaraci, Mortugaba, Matina, Sebastião Laranjeiras, Carinhanha, Urandi e Feira da Mata.
As instituições que integram a FPI são Ministério Público Estadual (MPE), Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), por meio do Centro de Recursos Ambientais (CRA) e das superintendências de Biodiversidade, Florestas e Unidades de Conservação (SFC) e de Recursos Hídricos (SRH), secretarias da Saúde (Sesab), de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e da Agricultura (Seagri), via Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Crea/BA, Diretoria de Vigilância Sanitária Ambiental (Divisa) e Diretoria Regional de Saúde (Dires).
E mais: Ministério do Meio Ambiente (MMA), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e Companhia de Ações Especializadas do Sudoeste e Gerais (Caesg).
Fonte: Agecom
30/11/2007
A operação começou na segunda-feira (25) e acabou ontem (29), registrando inspeções em 60 instalações públicas e privadas, incluindo hospitais, sistemas de esgotamento sanitário, lixões, olarias, áreas de mineração, fazendas, mercados de carne, matadouros.
Para Adelaido Pereira, membro da FPI e especialista em Fiscalização do Centro de Recursos Ambientais (CRA), a quantidade de madeira apreendida é suficiente para carregar 40 caminhões. No total, foram vistoriados 14 caminhões com carregamento de carvão e sete foram apreendidos.
A FPI aplicou ainda multas de R$ 503 mil e emitiu cerca de nove termos de inspeção para apresentação de documentação regular e licenciamento ambiental de empresas, notificando duas pela ausência.
Jairo Vicente da Costa, do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia/Seção Bahia (Crea/BA), também membro da FPI, disse que as prefeituras das cidades vistoriadas receberam notificação do Crea pela má operação das áreas destinadas ao depósito de resíduos sólidos.
`Todos os lixões inspecionados foram notificados pela ausência de profissional de engenharia civil ou sanitária, responsável pela atividade regular do local`, explicou Vicente da Costa.
Audiência pública
O balanço final detalhado da atuação da operação será apresentado hoje (30), às 15h, à população, em audiência pública no Colégio-modelo Luís Eduardo Magalhães de Guanambi. Os municípios vistoriados foram, além de Guanambi, Caetité, Candiba, Jacaraci, Mortugaba, Matina, Sebastião Laranjeiras, Carinhanha, Urandi e Feira da Mata.
As instituições que integram a FPI são Ministério Público Estadual (MPE), Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), por meio do Centro de Recursos Ambientais (CRA) e das superintendências de Biodiversidade, Florestas e Unidades de Conservação (SFC) e de Recursos Hídricos (SRH), secretarias da Saúde (Sesab), de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e da Agricultura (Seagri), via Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Crea/BA, Diretoria de Vigilância Sanitária Ambiental (Divisa) e Diretoria Regional de Saúde (Dires).
E mais: Ministério do Meio Ambiente (MMA), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e Companhia de Ações Especializadas do Sudoeste e Gerais (Caesg).
Fonte: Agecom
30/11/2007