23/01/2008
A parada naval realizada, nesta quarta-feira (22), na Baía de Todos os Santos, em comemoração aos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil, teve início às 9h, com a cerimônia do Hino à Bandeira a bordo do navio-veleiro Cisne Branco, atracado no Porto de Salvador. Nele, embarcaram diversas autoridades civis e militares, entre elas, o governador Jaques Wagner e o comandante de operações da Marinha, almirante-de-esquadra Aurélio Ribeiro.
É a primeira vez que uma parada naval (cerimônia tradicional das Marinhas de Guerra de todo o mundo para datas comemorativas), é realizada em águas baianas. Segundo o almirante Aurélio Ribeiro, uma operação semelhante aconteceu no ano passado, no Rio de Janeiro, em comemoração ao nascimento do almirante Tamandaré, patrono da Marinha.
`Essa parada não poderia deixar de ser na Bahia. Foi um pedido do governador que nós tivemos que atender, com muita honra, pois, além de oficiais somos também cidadãos brasileiros e temos orgulho da história do nosso país`, afirmou.
Com honras de passagem, 11 navios de guerra da esquadra da Marinha do Brasil, entre eles, um navio desembarque-doca, um navio-tanque, três fragatas, um navio-tanque, um rebocador de alto-mar, um navio-patrulha e três navios-varredores e um balizador, desfilaram em frente ao Cisne Branco. Todos eles passaram perfilados e com as tripulações em postos de continência ao governador.
A parada relembrou a chegada da Família Real portuguesa a Salvador, em 22 de janeiro de 1808, com mais de sete mil trabalhadores entre marinheiros, fuzileiros, carpinteiros e cozinheiros, que povoaram a então Vila de São Salvador. Dom João VI também realizou a abertura dos portos às nações amigas, o que possibilitou o livre comércio entre o Brasil e diversos países e a implantação de indústrias no nosso país.
Na época também foram criadas diversas instituições como a primeira Faculdade de Medicina, o Grupamento de Fuzileiros Navais, o Banco do Brasil, a Imprensa Régia, a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes, a Academia Militar, o Jardim Botânico, a Junta de Arsenais do Exército, entre outras.
Para o governador Jaques Wagner, a cerimônia naval representa não só o valor histórico da comemoração, mas o respeito dos oficiais da Marinha do Brasil à história do país. `Eu respeito muito a instituição da Marinha e fico muito satisfeito por nosso pedido ter sido atendido. Além disso, a comemoração histórica também se estende às importantes instituições criadas na época w que tanto representam nosso país, realizando as mais diversas atividades`, disse.
A cerimônia foi encerrada com a solenidade simbólica do desembarque da Família Real, no Porto de Salvador, onde a banda do grupamento de Fuzileiros Navais e pelotões das Forças Armadas e da Polícia Militar executaram o Hino Nacional português, o Hino Nacional brasileiro e o Hino do Marinheiro.
Fonte: Agecom
22.01.08
É a primeira vez que uma parada naval (cerimônia tradicional das Marinhas de Guerra de todo o mundo para datas comemorativas), é realizada em águas baianas. Segundo o almirante Aurélio Ribeiro, uma operação semelhante aconteceu no ano passado, no Rio de Janeiro, em comemoração ao nascimento do almirante Tamandaré, patrono da Marinha.
`Essa parada não poderia deixar de ser na Bahia. Foi um pedido do governador que nós tivemos que atender, com muita honra, pois, além de oficiais somos também cidadãos brasileiros e temos orgulho da história do nosso país`, afirmou.
Com honras de passagem, 11 navios de guerra da esquadra da Marinha do Brasil, entre eles, um navio desembarque-doca, um navio-tanque, três fragatas, um navio-tanque, um rebocador de alto-mar, um navio-patrulha e três navios-varredores e um balizador, desfilaram em frente ao Cisne Branco. Todos eles passaram perfilados e com as tripulações em postos de continência ao governador.
A parada relembrou a chegada da Família Real portuguesa a Salvador, em 22 de janeiro de 1808, com mais de sete mil trabalhadores entre marinheiros, fuzileiros, carpinteiros e cozinheiros, que povoaram a então Vila de São Salvador. Dom João VI também realizou a abertura dos portos às nações amigas, o que possibilitou o livre comércio entre o Brasil e diversos países e a implantação de indústrias no nosso país.
Na época também foram criadas diversas instituições como a primeira Faculdade de Medicina, o Grupamento de Fuzileiros Navais, o Banco do Brasil, a Imprensa Régia, a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes, a Academia Militar, o Jardim Botânico, a Junta de Arsenais do Exército, entre outras.
Para o governador Jaques Wagner, a cerimônia naval representa não só o valor histórico da comemoração, mas o respeito dos oficiais da Marinha do Brasil à história do país. `Eu respeito muito a instituição da Marinha e fico muito satisfeito por nosso pedido ter sido atendido. Além disso, a comemoração histórica também se estende às importantes instituições criadas na época w que tanto representam nosso país, realizando as mais diversas atividades`, disse.
A cerimônia foi encerrada com a solenidade simbólica do desembarque da Família Real, no Porto de Salvador, onde a banda do grupamento de Fuzileiros Navais e pelotões das Forças Armadas e da Polícia Militar executaram o Hino Nacional português, o Hino Nacional brasileiro e o Hino do Marinheiro.
Fonte: Agecom
22.01.08