16/05/2008
A estatal brasileira está alugando navios-sonda com capacidade de prospectar em uma camada de água de pelo menos 3.000 metros, disse o principal executivo da empresa, José Sergio Gabrielli, em entrevista concedida na semana passada. Existem em âmbito mundial 21 desses navios, segundo a Rigzone.com, que monitora o setor de prospecção em águas profundas.
A demanda `insaciável` da empresa está obrigando petrolíferas como a Exxon Mobil Corp. e a BP Plc a pagarem mais na disputa pelas unidades remanescentes, disseram Kjell Erik Eilertsen e Truls Olsen, analistas da Fearnley Fonds AS de Oslo, na Noruega.
As empresas exploradoras que não têm navios-sonda contratados poderão ter de adiar projetos ou pagar aluguéis de mais de US$ 600.000 ao dia. `As principais empresas de petróleo estão contra a parede, uma vez que a Petrobras se apropriou agressivamente de parte significativa da capacidade em termos de navios-sonda`, disse Omar Nokta, diretor de pesquisa marítima da Dahlman Rose & Co. de Nova York.
A Petrobras está negociando o arrendamento de até 17 outros navios-sonda para averiguar o campo de Tupi e os circunvizinhos, disse Bill Herbert, analista da Simmons & Co. International de Houston, no Estado norte-americano do Texas. A empresa já controla uma capacidade de prospecção quase sete vezes maior do que a usuária de sondas imediatamente seguinte, com capacidade de prospectar a 2.286 metros de profundidade, segundo pesquisa da Dahlman Rose.
As petrolíferas norte-americanas e européias deverão pagar US$ 50.000 a mais ao dia para alugar navios-sonda para águas profundas durante os próximos três anos, devido ao fato de a Petrobras já ter contratado uma parcela tão grande da frota mundial, disse Nokta.
Essas unidades são projetadas para operar em profundidades de alto-mar e dispõem dos equipamentos necessários para perfurar a níveis inferiores ao fundo do mar, identificando depósitos de petróleo e gás a até 9.600 metros abaixo da superfície do oceano.Anunciado em novembro de 2007 pela Petrobras, o campo de Tupi, operado em sociedade com a BG Group e a Galp, tem reservas estimadas pela estatal entre 5 a 8 bilhões de barris de petróleo.
Fonte: Gazeta Mercantil
16/5/2008.
A demanda `insaciável` da empresa está obrigando petrolíferas como a Exxon Mobil Corp. e a BP Plc a pagarem mais na disputa pelas unidades remanescentes, disseram Kjell Erik Eilertsen e Truls Olsen, analistas da Fearnley Fonds AS de Oslo, na Noruega.
As empresas exploradoras que não têm navios-sonda contratados poderão ter de adiar projetos ou pagar aluguéis de mais de US$ 600.000 ao dia. `As principais empresas de petróleo estão contra a parede, uma vez que a Petrobras se apropriou agressivamente de parte significativa da capacidade em termos de navios-sonda`, disse Omar Nokta, diretor de pesquisa marítima da Dahlman Rose & Co. de Nova York.
A Petrobras está negociando o arrendamento de até 17 outros navios-sonda para averiguar o campo de Tupi e os circunvizinhos, disse Bill Herbert, analista da Simmons & Co. International de Houston, no Estado norte-americano do Texas. A empresa já controla uma capacidade de prospecção quase sete vezes maior do que a usuária de sondas imediatamente seguinte, com capacidade de prospectar a 2.286 metros de profundidade, segundo pesquisa da Dahlman Rose.
As petrolíferas norte-americanas e européias deverão pagar US$ 50.000 a mais ao dia para alugar navios-sonda para águas profundas durante os próximos três anos, devido ao fato de a Petrobras já ter contratado uma parcela tão grande da frota mundial, disse Nokta.
Essas unidades são projetadas para operar em profundidades de alto-mar e dispõem dos equipamentos necessários para perfurar a níveis inferiores ao fundo do mar, identificando depósitos de petróleo e gás a até 9.600 metros abaixo da superfície do oceano.Anunciado em novembro de 2007 pela Petrobras, o campo de Tupi, operado em sociedade com a BG Group e a Galp, tem reservas estimadas pela estatal entre 5 a 8 bilhões de barris de petróleo.
Fonte: Gazeta Mercantil
16/5/2008.