05/03/2008
A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) manifestou o interesse de estabelecer com o programa Todos pela Alfabetização (Topa), uma parceria para implantar um projeto piloto de alfabetização digital. Por meio do Topa o Governo da Bahia pretende alfabetizar 1 milhão de baianos, até 2010. A intenção da Secti não é apenas disponibilizar computadores para auxiliar o processo de alfabetização de jovens e adultos, mas elaborar uma metodologia própria que possibilite também o acesso à inclusão sócio-digital dos alfabetizandos.
A proposta foi discutida, na tarde desta terça-feira (4), na sede da Secti, pelo secretário estadual de CT&I, Ildes Ferreira, e pela coordenadora do Topa, Francisca Elenir, que considerou a proposta pioneira e viável. Segundo Ildes Ferreira, na sociedade moderna, sem a inclusão digital, não há como fazer a inclusão social. O secretário está convicto de que um programa de alfabetização digital pode representar uma motivação e um atrativo a mais para que o adulto volte a estudar.
A proposta inicial é fazer um projeto piloto com duas turmas de alfabetização da capital e, no futuro, expandir o programa para todo o estado. No campo da inclusão sócio-digital, a Secti vem desenvolvendo o programa Cidadania Digital, que já conta com 364 Centros Digitais de Cidadania (CDCs), em todo o estado, e 500 mil pessoas cadastradas.
Diretamente vinculado ao gabinete da Secretaria Estadual da Educação (SEC) e articulado com o programa Brasil Alfabetizado, do Ministério da Educação, o programa Todos pela Alfabetização já ultrapassou a meta estabelecida em outubro 2007, quando foi implantado. Segundo Francisca Elenir, a meta inicial era alfabetizar 100 mil baianos, até maio próximo, mas já dobrou o número estipulado, com a previsão de 220 mil alfabetizados.
Para 2008, 2009 e 2010, o objetivo é alfabetizar 300 mil jovens e adultos, por ano, totalizando 1 milhão de pessoas, até o final de 2010. Hoje, o Topa conta com uma equipe de 17.557 profissionais, entre alfabetizadores, coordenadores de turma e intérpretes de libra (a linguagem dos sinais para a comunicação com deficientes auditivos).
Fonte: Agecom
04/03/08
A proposta foi discutida, na tarde desta terça-feira (4), na sede da Secti, pelo secretário estadual de CT&I, Ildes Ferreira, e pela coordenadora do Topa, Francisca Elenir, que considerou a proposta pioneira e viável. Segundo Ildes Ferreira, na sociedade moderna, sem a inclusão digital, não há como fazer a inclusão social. O secretário está convicto de que um programa de alfabetização digital pode representar uma motivação e um atrativo a mais para que o adulto volte a estudar.
A proposta inicial é fazer um projeto piloto com duas turmas de alfabetização da capital e, no futuro, expandir o programa para todo o estado. No campo da inclusão sócio-digital, a Secti vem desenvolvendo o programa Cidadania Digital, que já conta com 364 Centros Digitais de Cidadania (CDCs), em todo o estado, e 500 mil pessoas cadastradas.
Diretamente vinculado ao gabinete da Secretaria Estadual da Educação (SEC) e articulado com o programa Brasil Alfabetizado, do Ministério da Educação, o programa Todos pela Alfabetização já ultrapassou a meta estabelecida em outubro 2007, quando foi implantado. Segundo Francisca Elenir, a meta inicial era alfabetizar 100 mil baianos, até maio próximo, mas já dobrou o número estipulado, com a previsão de 220 mil alfabetizados.
Para 2008, 2009 e 2010, o objetivo é alfabetizar 300 mil jovens e adultos, por ano, totalizando 1 milhão de pessoas, até o final de 2010. Hoje, o Topa conta com uma equipe de 17.557 profissionais, entre alfabetizadores, coordenadores de turma e intérpretes de libra (a linguagem dos sinais para a comunicação com deficientes auditivos).
Fonte: Agecom
04/03/08