24/04/2007
Cerca de 105 mil servidores públicos do Estado, ativos e inativos, terão um reajuste salarial este ano de 17,28%, de acordo com a proposta apresentada pelo governo na Mesa Central de Negociação Permanente. Com o reajuste, a menor remuneração paga pelo Estado para os servidores em atividade será, em novembro deste ano, de R$ 456,68.
Neste grupo dos 105 mil, que representa cerca de 47% dos servidores públicos estaduais, estão incluídos os auxiliares administrativos, as carreiras auxiliares da saúde, professores nível 1, soldados da Polícia Militar e agentes da Polícia Civil classe 1.
O salário do professor nível 1, com regime de 40 horas semanais, por exemplo, passaria de R$ 883,16 para R$1.035,80, e do auxiliar de enfermagem, 30 horas, sairia de R$ 518,40 para R$ 607,99.
Mais de 60% do quadro de servidores do Executivo terá reajustes que variam de 6 a 17,28%. Apenas cerca de 36% do funcionalismo, índice no qual estão incluídos auditores fiscais, gestores governamentais e carreiras técnico-jurídicas, dentre outros, terão reajuste salarial de 3,3%.
De acordo com a proposta apresentada, os 17,28%, inclusive para os servidores cujo salário-base está abaixo do mínimo constitucional, que não era cumprido pelo governo anterior, serão escalonados em duas etapas - 50% em junho e 50% em novembro deste ano -, para não comprometer as finanças do Estado, sobretudo o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Duas variantes
A proposta do Governo do Estado tem duas variantes: na primeira, o reajuste parcelado (junho e novembro) para as faixas impactadas pelo salário mínimo e reajuste de 3,3% para as demais faixas, em junho; na segunda, reajuste linear de 3,3%, em abril, pata todos os cargos e reajuste parcelado (julho e novembro) para as faixas impactadas pelo mínimo.
`Além dos reajustes salariais, vamos trabalhar as carreiras, para valorizar o funcionalismo. Haverá uma perspectiva de melhor adequação à realidade financeira do Estado, sem comprometimento da capacidade de investir e de pagar os próprios salários`, afirmou o secretário da Administração, Manoel Vitório.
Fonte: Diário Oficial
24/04/07
Neste grupo dos 105 mil, que representa cerca de 47% dos servidores públicos estaduais, estão incluídos os auxiliares administrativos, as carreiras auxiliares da saúde, professores nível 1, soldados da Polícia Militar e agentes da Polícia Civil classe 1.
O salário do professor nível 1, com regime de 40 horas semanais, por exemplo, passaria de R$ 883,16 para R$1.035,80, e do auxiliar de enfermagem, 30 horas, sairia de R$ 518,40 para R$ 607,99.
Mais de 60% do quadro de servidores do Executivo terá reajustes que variam de 6 a 17,28%. Apenas cerca de 36% do funcionalismo, índice no qual estão incluídos auditores fiscais, gestores governamentais e carreiras técnico-jurídicas, dentre outros, terão reajuste salarial de 3,3%.
De acordo com a proposta apresentada, os 17,28%, inclusive para os servidores cujo salário-base está abaixo do mínimo constitucional, que não era cumprido pelo governo anterior, serão escalonados em duas etapas - 50% em junho e 50% em novembro deste ano -, para não comprometer as finanças do Estado, sobretudo o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Duas variantes
A proposta do Governo do Estado tem duas variantes: na primeira, o reajuste parcelado (junho e novembro) para as faixas impactadas pelo salário mínimo e reajuste de 3,3% para as demais faixas, em junho; na segunda, reajuste linear de 3,3%, em abril, pata todos os cargos e reajuste parcelado (julho e novembro) para as faixas impactadas pelo mínimo.
`Além dos reajustes salariais, vamos trabalhar as carreiras, para valorizar o funcionalismo. Haverá uma perspectiva de melhor adequação à realidade financeira do Estado, sem comprometimento da capacidade de investir e de pagar os próprios salários`, afirmou o secretário da Administração, Manoel Vitório.
Fonte: Diário Oficial
24/04/07