05/06/2007
Os viveiros do Instituto Biofábrica de Cacau instalados em 17 municípios do sul do estado vão funcionar como pontos coletores de embalagens de agrotóxicos, segundo acordo fechado entre o órgão, a Ceplac, a Uesc e a Adab.
O diretor-geral da Biofábrica, Moacir Smith Lima, disse que a parceria dará maior suporte ao projeto Campo Limpo, no sul da Bahia. `A estrutura da unidade central e viveiros de mudas clonais serão utilizados para as ações de conscientização ambiental e pontos de coleta dessas embalagens.`
Smith Lima disse que a Biofábrica também dará suporte às ações de educação ambiental do produtor. Ele lembrou que o Estado já desenvolve o maior projeto de redução de impacto ambiental nesta área. `Os produtores rurais poderão entregar as embalagens nestes pontos de coleta itinerante. Todo o material coletado será encaminhado para o posto central do projeto Campo Limpo na região, na sede da Ceplac`, explica.
Acompanhado de dirigentes das demais instituições parceiras da medida, dentre eles o coordenador da Adab, em Itabuna, João Carlos Oliveira, Moacir lembrou que o projeto tem grande repercussão ambiental em uma região em que a economia é baseada na agricultura. O diretor de vigilância sanitária da Adab, Cássio Peixoto, disse que os parceiros vão traçar rotas de recolhimento itinerante e também buscar o envolvimento das secretarias municipais de meio ambiente.
Aliado à ação, também serão realizados seminários para sensibilizar o produtor sobre os prejuízos de se lançar embalagens de agrotóxicos no meio ambiente. `Essa é uma prática que oferece riscos ao meio ambiente e diretamente à saúde do produtor`, destaca o diretor-geral do Instituto Biofábrica, Moacir Smith Lima.
O diretor de vigilância sanitária da Adab cita que a Bahia vem liderando o recolhimento de embalagens deste tipo no Brasil. `Em vez de descartar as embalagens em qualquer lugar, o produtor pode entregá-las nos pontos de coleta e reduzir os danos ao meio ambiente. As embalagens podem ser recicladas e transformadas em material elétrico, por exemplo`, disse.
Zona livre da sigatoka
O Instituto Biofábrica também selou acordo e atuará como parceiro de um outro projeto de grande importância para o sul da Bahia. Ele faz parte de uma série de ações sanitárias para garantir que o estado continue reconhecido como zona livre da sigatoka negra, doença que atinge plantações de banana, causando a morte da planta. A iniciativa tem a participação do Instituto Biofábrica, da Ceplac, Embrapa, Ebda e Adab.
O Instituto Biofábrica fornecerá mudas de bananeira resistentes à sigatoka. Até o início do segundo semestre deste ano, o órgão passará a produzir as mudas na sua unidade de micropropagação vegetal. Serão instaladas barreiras sanitárias em todo o estado para impedir a entrada da doença.
Fonte: Diário Oficial
05/06/07
O diretor-geral da Biofábrica, Moacir Smith Lima, disse que a parceria dará maior suporte ao projeto Campo Limpo, no sul da Bahia. `A estrutura da unidade central e viveiros de mudas clonais serão utilizados para as ações de conscientização ambiental e pontos de coleta dessas embalagens.`
Smith Lima disse que a Biofábrica também dará suporte às ações de educação ambiental do produtor. Ele lembrou que o Estado já desenvolve o maior projeto de redução de impacto ambiental nesta área. `Os produtores rurais poderão entregar as embalagens nestes pontos de coleta itinerante. Todo o material coletado será encaminhado para o posto central do projeto Campo Limpo na região, na sede da Ceplac`, explica.
Acompanhado de dirigentes das demais instituições parceiras da medida, dentre eles o coordenador da Adab, em Itabuna, João Carlos Oliveira, Moacir lembrou que o projeto tem grande repercussão ambiental em uma região em que a economia é baseada na agricultura. O diretor de vigilância sanitária da Adab, Cássio Peixoto, disse que os parceiros vão traçar rotas de recolhimento itinerante e também buscar o envolvimento das secretarias municipais de meio ambiente.
Aliado à ação, também serão realizados seminários para sensibilizar o produtor sobre os prejuízos de se lançar embalagens de agrotóxicos no meio ambiente. `Essa é uma prática que oferece riscos ao meio ambiente e diretamente à saúde do produtor`, destaca o diretor-geral do Instituto Biofábrica, Moacir Smith Lima.
O diretor de vigilância sanitária da Adab cita que a Bahia vem liderando o recolhimento de embalagens deste tipo no Brasil. `Em vez de descartar as embalagens em qualquer lugar, o produtor pode entregá-las nos pontos de coleta e reduzir os danos ao meio ambiente. As embalagens podem ser recicladas e transformadas em material elétrico, por exemplo`, disse.
Zona livre da sigatoka
O Instituto Biofábrica também selou acordo e atuará como parceiro de um outro projeto de grande importância para o sul da Bahia. Ele faz parte de uma série de ações sanitárias para garantir que o estado continue reconhecido como zona livre da sigatoka negra, doença que atinge plantações de banana, causando a morte da planta. A iniciativa tem a participação do Instituto Biofábrica, da Ceplac, Embrapa, Ebda e Adab.
O Instituto Biofábrica fornecerá mudas de bananeira resistentes à sigatoka. Até o início do segundo semestre deste ano, o órgão passará a produzir as mudas na sua unidade de micropropagação vegetal. Serão instaladas barreiras sanitárias em todo o estado para impedir a entrada da doença.
Fonte: Diário Oficial
05/06/07