25/01/2008
As escolas da rede estadual de ensino receberam da Secretaria da Educação R$ 14,6 milhões para reforma e pequenos reparos nos estabelecimentos, com objetivo de garantir segurança aos alunos e professores na volta às aulas, em março. O valor corresponde a uma parcela extra do Fundo de Assistência Educacional (Faed), de R$ 5,3 milhões, fato também inédito na Bahia, e uma liberação especial de R$ 9,3 milhões para adequação da estrutura física.
Os esforços do governo para recuperar a rede física das escolas vão continuar. Para este ano já estão assegurados recursos na ordem de R$155 milhões para reformas e construções de novas unidades. Parte dessa verba é do governo federal e outra tesouro estadual.
Pela primeira vez, nos últimos quatro anos, o Faed funcionou conforme manda a lei, com o repasse das quatro parcelas devidas às escolas. Mas, em 2007, o governo foi além, liberando uma quinta parcela, que está contemplando todas as escolas. A estratégia visa a evitar que o quadro desolador encontrado no início da gestão, se repita.
Mesmo com orçamento muito abaixo do necessário, a SEC conseguiu repassar, ao longo do ano passado, quase R$ 30 milhões a mais do que as escolas haviam recebido em 2006. Todas as unidades escolares receberam recursos para pequenos reparos.
Esse aporte só foi possível devido à economia realizada em suas contas, principalmente com a aquisição de materiais, antes realizadas por meio de convênios suspeitos. `O objetivo da secretaria é deixar as escolas com uma cara nova até o início do ano letivo, para que os alunos e professores, ao encontrarem um ambiente melhor cuidado, sintam-se mais motivados`, explica o superintendente de Organização e Atendimento da Rede Escolar (Supec), José Maria de Abreu.
Além disso, ainda o ano passado, 18 escolas tiveram suas construções concluídas. Com recursos do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo), 555 escolas receberam laboratórios de informática, com dez computadores e uma impressora laser para cada. Para a adequação física dos laboratórios, o estado investiu R$ 2,8 milhões.
A cada reforma, as escolas são readequadas para atender aos portadores de necessidades especiais, eliminando as barreiras arquitetônicas. Outra preocupação foi atender ao novo padrão mínimo estabelecido de que as unidades escolares devem ter quadra de esportes, salas de vídeo e leitura e laboratórios de ciências e informática.
Fonte: Agecom
24/01/08
Os esforços do governo para recuperar a rede física das escolas vão continuar. Para este ano já estão assegurados recursos na ordem de R$155 milhões para reformas e construções de novas unidades. Parte dessa verba é do governo federal e outra tesouro estadual.
Pela primeira vez, nos últimos quatro anos, o Faed funcionou conforme manda a lei, com o repasse das quatro parcelas devidas às escolas. Mas, em 2007, o governo foi além, liberando uma quinta parcela, que está contemplando todas as escolas. A estratégia visa a evitar que o quadro desolador encontrado no início da gestão, se repita.
Mesmo com orçamento muito abaixo do necessário, a SEC conseguiu repassar, ao longo do ano passado, quase R$ 30 milhões a mais do que as escolas haviam recebido em 2006. Todas as unidades escolares receberam recursos para pequenos reparos.
Esse aporte só foi possível devido à economia realizada em suas contas, principalmente com a aquisição de materiais, antes realizadas por meio de convênios suspeitos. `O objetivo da secretaria é deixar as escolas com uma cara nova até o início do ano letivo, para que os alunos e professores, ao encontrarem um ambiente melhor cuidado, sintam-se mais motivados`, explica o superintendente de Organização e Atendimento da Rede Escolar (Supec), José Maria de Abreu.
Além disso, ainda o ano passado, 18 escolas tiveram suas construções concluídas. Com recursos do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo), 555 escolas receberam laboratórios de informática, com dez computadores e uma impressora laser para cada. Para a adequação física dos laboratórios, o estado investiu R$ 2,8 milhões.
A cada reforma, as escolas são readequadas para atender aos portadores de necessidades especiais, eliminando as barreiras arquitetônicas. Outra preocupação foi atender ao novo padrão mínimo estabelecido de que as unidades escolares devem ter quadra de esportes, salas de vídeo e leitura e laboratórios de ciências e informática.
Fonte: Agecom
24/01/08